Billy Graham alerta contra uma epidemia de “crendismo fácil”

O evangelista fala sobre obediência, céu e inferno e sobre sua campanha My Hope (Minha Esperança).

07 Nov 2013 Escrito por  Christianity Today

No ápice de seu ministério de cruzadas, Billy Graham viajava pelo mundo todo pregando para grandes multidões. Agora, apesar de confinado em sua casa nas montanhas do oeste da Carolina do Norte, o evangelista ainda é capaz, através da tecnologia moderna, de continuar proclamando o evangelho. Novembro marca o início da campanha “My Hope America with Billy Graham”, um curso de evangelismo em vídeo
projetado para uso individual ou de pequenos grupos. Em conjunto com o lançamento da campanha, Graham lançou o que pode ser o seu último livro, The Reason for My Hope: Salvation. Christianity Today perguntou a ele sua opinião sobre o estado atual da fé cristã e sobre sua confiança, em meio à confusão teológica e cultural, na mensagem essencial do evangelho.

Você se considera, em primeiro lugar, um evangélico ou cristão? Por quê?

O que realmente importa é como Deus me vê. Ele não está preocupado com rótulos; ele está preocupado com o estado da alma humana. A Bíblia diz que sou, antes de tudo, um pecador. “Porque todos pecaram e estão destituídos da glória de Deus”. (Romanos 3:23). Mas devido à graça salvadora que Jesus estendeu a mim, e ao meu arrependimento do pecado, me tornei seu filho – sendo salvo pelo sangue do meu Salvador na cruz. Naquele momento, eu entrei em um relacionamento com ele que transformou a minha vida. Aqueles que lerem The Reason for My Hope verão claramente nas escrituras como ser salvo e viver a vida cristã.
Jesus Cristo é meu Senhor e Mestre. Eu me arrependi de meu pecado, entreguei minha vida a Cristo e procuro diariamente obedecer à sua Santa Palavra. Eu sou seu seguidor. Antes da minha conversão, em 1de novembro de 1934, como conto no livro, eu sempre me considerei cristão. Foi só quando fui confrontado e convencido do meu pecado que percebi que Cristo faz a diferença na vida daqueles que não apenas se dizem cristãos, mas que obedecem à Sua Palavra. Se não houver mudança na vida de uma pessoa, ela deve se perguntar se de fato tem a salvação que o Evangelho proclama. Muitos dos que vão à igreja não experimentaram uma transformação de vida em Cristo. Aqueles que não fazem parte da igreja esperam que os seguidores de Cristo vivam de maneira diferente, no entanto, muitas pessoas que estão na igreja estão indo atrás do mundo – não para ganha-lo para Cristo, mas para serem iguais a ele. Isso é muito perigoso e a Bíblia fala sobre o resultado trágico que tal atitude traz.

No Novo Testamento, quando as pessoas ouviam a verdade que Jesus ensinava e recebiam a gloriosa dádiva do perdão e da esperança de vida eterna no Céu, as outras pessoas que observavam a mudança em suas vidas, as chamavam de cristãs – seguidoras de Cristo. (Atos 11:26). Assim como Jesus veio voluntariamente para salvar a humanidade do pecado, eu, de bom grado, o sirvo e procuro glorifica-lo com minha vida, porque sou um filho do Rei. Sermos chamados de cristãos deve fazer com que nos identifiquemos com as exigências que Cristo faz àqueles que lhe pertencem. Ele diz que pagamos um preço por segui-lo.

A minha pregação é de evangelista e eu sinceramente acredito no ensino fundamental das Sagradas Escrituras. Essa é a base do meu livro. Espero que as pessoas o leiam. Meu desejo é que os leitores compreendam o privilégio e a responsabilidade da vida cristã. Quando Jesus se torna nosso Mestre deixamos de lado nosso velho caminho e passamos a trilhar o seu. Nem sempre é fácil, mas é extremamente produtivo e desafiador, porque aqueles que o seguem tornam-se luzes brilhantes em um mundo repleto de escuridão. É por isso que os cristãos têm esperança. A razão de eu ter esperança para o mundo é porque Cristo morreu pelo mundo inteiro e está chamando os perdidos e cansados para se aproximarem dele. Jesus disse que “veio buscar e salvar o que estava perdido”. (Lucas 19:10).

Por que, de acordo com o título do livro, é a salvação a razão da sua esperança?

À medida que fui me aproximando de completar 95 anos de idade, eu sentia uma necessidade de escrever um livro que abordasse a epidemia do “crendismo fácil”. A mentalidade que existe hoje é que se as pessoas acreditam em Deus e fazem boas obras, elas vão para o Céu. Mas existem muitas questões que devem ser respondidas. Existem duas necessidades básicas que todas as pessoas têm: a necessidade de esperança e a necessidade de salvação. Não me surpreende nem um pouco que as pessoas creiam com facilidade em um Deus que não faz exigências, mas esse não é o Deus da Bíblia. Satanás têm, de maneira ardilosa, enganado as pessoas, as fazendo acreditar que podem crer em Jesus Cristo sem serem transformadas, mas essa é uma mentira do Diabo. Aqueles que dizem que se pode ter Cristo sem abrir mão de nada estão sendo enganados. Embora eu não seja mais capaz de pregar em um púlpito, Deus colocou no meu coração um desejo ardente de dividir essa mensagem no formato de um livro – mensagem esta que ecoa dentro de mim toda vez que assisto ao noticiário. Quando visito pessoas com diferentes histórias de vida, ouço a mesma pergunta: “O que está acontecendo com o mundo?”.

Muitos políticos e líderes do governo já me fizeram essa pergunta. Inúmeros estudantes em campus universitários imploraram para ouvir a verdade. Eu sempre expliquei que o Deus Todo-Poderoso é o arquiteto da Terra, o Criador da humanidade e quem formou a alma. Ele é o Princípio e o Fim, o Doador e Consumador da Fé. Todas as respostas estão na Palavra revelada de Deus. A salvação é uma dádiva de Deus para o mundo, mas a dádiva do Seu amor e perdão deve ser aceita em Seus termos – não nossos. Dádivas nunca são forçadas, pois são oferecidas e recebidas. Muitos hoje dizem que a ideia de redenção é antiquada. Escrevo no livro sobre Hollywood, e até mesmo sobre futebol americano profissional, adoráveis histórias de redenção. Por quê? Um crítico de cinema afirmou que as pessoas desejam superar aquilo que as aflige no interior. Cristo é o único que pode tirar o desespero que existe dentro de nossos corações. Esta é a razão da minha esperança, que pessoas de todos os lugares abram seus corações à salvação de Cristo – a dádiva redentora que oferece paz e a certeza da vida eterna.

A Bíblia continua sendo o livro mais vendido de todos os tempos, e ainda assim as pessoas se recusam a acreditar. Elas se recusam a aceitar o maior presente que já foi oferecido à humanidade. Por quê? Porque isso exige a confissão do pecado e a entrega total de nossa vida egoísta. Exige o arrependimento do pecado contra Deus. Muitos preferem viver ao máximo durante o curto período aqui na terra, na esperança de que não exista um inferno de sofrimento na vida após a morte. Elas acreditam na mentira do Diabo de que nada acontece depois que morremos. Mas Jesus falou mais sobre o inferno do que sobre o Céu. É por esse motivo que eu passei a minha vida convidando as pessoas do mundo: Venha a Jesus como você é, e ele lhe receberá e fortalecerá a cada passo do caminho.

Você escreve que o “pecado está na moda”. O que quer dizer com isso?

Na sociedade do século 21, as pessoas fizeram uma transformação no pecado, o chamando de erro. Deus chama de iniquidade. É uma doença da alma. A sociedade geralmente deseja fazer campanha contra doenças, levantar dinheiro para erradica-la. Mas a doença do pecado é celebrada e glorificada pela sociedade, especialmente dentro da cultura popular atual, e o preço que se paga nos âmbitos físico, emocional e espiritual é totalmente ignorado. A sociedade pode se gabar de que o “pecado está na moda”, mas a verdade é que o pecado está em você, em mim e em todas as pessoas.
A mídia secular conta, frequentemente, histórias de homens e mulheres que cometem crimes horríveis, e a humanidade exige que essas pessoas paguem pelo que fizeram. No entanto, a humanidade se ressente por Deus exigir que paguemos pelos pecados cometidos contra Ele. Deus se mostra um Pai amoroso ao enviar o seu próprio sacrifício, seu único Filho, para morrer no lugar do homem, pagando a penalidade do pecado que a Bíblia diz que “tão de perto nos rodeia”. (Hebreus 12:1). Muitas pessoas que transgridem as leis de Deus se ressentem por seus pecados serem julgados por um Deus justo. Rejeitamos a ideia de nossas próprias transgressões, mas quando se trata de faltas cometidas em um jogo de futebol, por exemplo, nós aceitamos as regras; na verdade as amamos. Se estamos torcendo pelo nosso time e a equipe adversária comete uma falta, nós comemoramos. Isso está no coração do homem, mas posso garantir que Deus não se alegra quando cometemos faltas (pecados) contra Ele. Seu coração se entristece. O pecado é veneno e destrói. A salvação é o antídoto que purifica.

A sociedade de hoje é obcecada pela tecnologia, tema que você comenta em detalhes. Existe uma visão bíblica acerca da tecnologia?

A Bíblia declara que “não há nada de novo debaixo do sol” (Eclesiastes 1:9). Nada surpreende Deus. Ele permite que sua criação explore os recursos que ele nos deu na terra. Nós certamente observamos a infinidade dos recursos de comunicação explodir quando entramos no século 21. Eu sempre amei a arte da comunicação, e não há dúvida de que meu ministério se beneficiou muito através da utilização da amplificação e ampliação em arenas e estádios ao redor do mundo. A televisão e o rádio permitiram que o evangelho alcançasse os confins da terra, como a Bíblia previu. Mas apesar de Deus permitir que venham bênçãos de invenções tão grandiosas, como dispositivos móveis e sem fio, Satanás também tem usado a tecnologia para avançar, de maneira inteligente, o seu engano. Há gerações hoje que se orgulham de sua capacidade de se comunicar instantaneamente através do Facebook ou Twitter, mas são incapazes de se comunicar pessoalmente. As pessoas estão encontrando consolo sentadas em frente à tela do computador dispostos a falar com estranhos sobre qualquer coisa, através da comunicação eletrônica, mas não acreditam que Deus pode ouvir seu clamor de solidão, tristeza e dor.
Um presidente da Universidade de Harvard, uma vez me disse que o que os jovens mais desejam é “pertencer”. Multidões estão dispostas a pertencer a praticamente qualquer coisa, exceto a Deus. A raça humana sempre esteve em uma busca por verdade e aceitação, no entanto, homens e mulheres não estão dispostos a aceitar Aquele que é a verdade. Em vez disso, estão se voltando para uma nova mistura de fé que está na moda, um pouco de cristianismo, um pouco de budismo e um pouco de nova era. Esse é um truque do diabo, que adora misturar um pouco da verdade com suas mentiras. A Bíblia nos adverte sobre isso e nos diz que devemos nos agarrar à verdade e lutar pela fé. “Nos últimos tempos apostatarão alguns da fé, dando ouvidos a espíritos enganadores, e a doutrinas de demônios… tendo cauterizada a sua própria consciência”. (1 Timóteo 4:1-2).
Mas a tecnologia é um presente de Deus quando é usada para proclamar o evangelho. É por isso que estou animado com o My Hope, um programa evangelístico desenvolvido pelo nosso ministério e que tem sido usado em todo o mundo. Através de todos os meios confiáveis de comunicação, estamos proclamando as Boas-Novas de que Deus ama os pecadores e chama homens e mulheres de todos os lugares a se arrependerem e se voltarem a Ele, recebendo a verdadeira esperança que vem de Deus. Tenho me preparado há meses para pregar essa mensagem através do My Hope America, um especial de televisão que será assistido nos lares de toda a nação americana na semana do meu aniversário de 95 anos. Não consigo pensar em nada melhor para comemorar mais um ano de vida do que proclamar a verdade de Deus. Oro para que todos os cristãos abram suas casas para seus familiares e vizinhos que precisam de Cristo e assistam o que Deus está fazendo nos dias de hoje, que podem até parecer tenebrosos, mas que estão cheios de esperança.     Fonte: Christianity Today



Escrito por Luz do Mundo às 00h21
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VIOLÊNCIA MATA MAIS JOVENS NO BRASIL

Homicídios de jovens crescem 326,1% no Brasil

 

No Brasil. a violência contra os jovens aumentou nos últimos trinta anos.
A informação oficial é do Centro de Estudos Latino-Americanos -- CEBELA -- responsável pela publicação "Mapa da Violência 2013: Homicídio e Juventude no Brasil", com dados do Subsistema de Informação sobre Mortalidade (SIM), do Ministério da Saúde.

Entre 1980 e 2011, as mortes não naturais e violentas de jovens – como acidentes, homicídio ou suicídio – cresceram 207,9%. Se forem considerados só os homicídios, o aumento chega a 326,1%. Dos cerca de 34,5 milhões de pessoas entre 14 e 25 anos, em 2011, 73,2% morreram de forma violenta. Na década de 1980, o percentual era 52,9%.

“Hoje, com grande pesar, vemos que os motivos ainda existem e subsistem, apesar de reconhecer os avanços realizados em diversas áreas. Contudo, são avanços ainda insuficientes diante da magnitude do problema”, conclui o estudo.
O homicídio é a principal causa de mortes não naturais e violentas entre os jovens. A cada 100 mil jovens, 53,4 foram assassinados, em 2011. Os crimes foram praticados contra pessoas entre 14 e 25 anos. Os acidentes com algum tipo de meio de transporte, como carros ou motos, foram responsáveis por 27,7 mortes no mesmo ano.

Segundo o mapa, o aumento da violência entre pessoas dessa faixa etária demonstra a omissão da sociedade e do Poder Público em relação aos jovens, especialmente os que moram nos chamados polos de concentração de mortes, no interior de estados mais desenvolvidos; em zonas periféricas, de fronteira e de turismo predatório; em áreas com domínio territorial de quadrilhas, milícias ou de tráfico de drogas; e no arco do desmatamento na Amazônia que envolve os estados do Acre, Amazonas, de Rondônia, Mato Grosso, do Pará, Tocantins e Maranhão.

De acordo com o estudo, a partir “do esquecimento e da omissão passa-se, de forma fácil, à condenação” o que representa “só um pequeno passo para a repressão e punição”. O autor do mapa, Julio Jacobo Waiselfisz, explicou à Agência Brasil que a transição da década de 1980 para a de 1990 causou mudanças no modelo de crescimento nacional, com uma descentralização econômica que não foi acompanhada pelo aparato estatal, especialmente o de segurança pública. O deslocamento dos interesses econômicos das grandes cidades para outros centros gerou a interiorização e a periferização da violência, áreas não preparadas para lidar com os problemas.

“O malandro não é otário, não vai atacar um banco bem protegido, no centro da cidade. Ele vai aonde a segurança está atrasada e deficiente, gerando um novo desenho da violência. Não foi uma migração meramente física, mas de estruturas”, destacou Waiselfisz.

Nos estados e capitais em que eram registrados os índices mais altos de homicídios, como em São Paulo e no Rio de Janeiro, houve redução significativa de casos, devido aos investimentos na área. São Paulo, atualmente, é o estado com a maior queda nos índices de homicídios de jovens nos últimos 15 anos (-86,3%). A Região Sudeste é a que tem o menor percentual de morte de jovens por causas não naturais e violentas (57%).

Em contraponto, Natal (RN), considerado um novo polo de violência, é a capital que registrou o maior crescimento de homicídios de pessoas entre 15 e 24 anos – 267,3%. A região com os piores índices é a Centro-Oeste, com 69,8% das pessoas nessa faixa etária mortas por homicídio.


Escrito por Luz do Mundo às 22h25
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Indignação: dever cívico e cristão

Indignação: dever cívico e cristão

  
A propósito da recente onda de manifestações públicas em diversas cidades do Brasil, republicamos o artigo Indignação: dever cívico e cristão, de Alderi Souza de Matos, publicado originalmente na seção “História” da revista Ultimato 320 (setembro-outubro 2009). Parte do que autor ansiava parece acontecer hoje.

***

Estamos acostumados a pensar na indignação como um sentimento negativo. Certamente ela pode ter essa conotação, como a própria Escritura aponta em diversas passagens. O apóstolo Paulo, ao falar de algumas atitudes que os cristãos deviam abandonar, começa a lista mencionando a ira, a indignação e a maldade (Cl 3.8). É claro que aqui o termo significa desejar o mal para outra pessoa, sentir ódio, e nesse sentido só pode ser algo condenável. Em outros textos, porém, a palavra adquire um sentido positivo, indicando uma reação de inconformidade e de repúdio ao mal, ao erro, à injustiça. Um dos provérbios de Salomão afirma: “Os que desamparam a lei louvam o perverso, mas os que guardam a lei se indignam contra ele” (Pv 28.4). O próprio Jesus teve esse sentimento em algumas ocasiões (Mc 3.5; 10.14).

Corretamente entendida, a indignação pode ser uma atitude não apenas aceitável, mas absolutamente necessária para que certas situações sejam transformadas. Sentir indignação significa reagir diante do mal, não ficar passivo e indiferente, protestar ativamente contra aquilo que atenta contra a verdade, contra a justiça, contra a dignidade humana. Esse é um sentimento que infelizmente tem faltado aos brasileiros, em especial a muitos cristãos. Vivemos num país marcado por clamorosas distorções, por horrendas deturpações em nossa vida nacional... e ficamos calados. Com o nosso silêncio, contribuímos para que o mal se perpetue, aumente e pareça normal. Existem algumas áreas em que devemos mostrar o nosso protesto vigoroso, e também a nossa disposição de dar uma contribuição positiva, de oferecer alternativas melhores.

Sociedade e cultura
Ao lado de muitas coisas apreciáveis, a nação brasileira possui elementos de grande malignidade, que deveriam despertar a indignação de todos, a começar dos cristãos. O nível de violência de nossa sociedade é inaceitável para um país que se diz civilizado, uma “potência emergente”. A criminalidade é um câncer que corrói o tecido social, gerando destruição, desespero, um senso permanente de medo e ansiedade. A periculosidade do trânsito em nossas ruas e estradas é sabidamente uma das maiores do mundo. Devido a esses males, todos os anos milhares de pessoas, a maior parte jovens, perdem a vida, deixando famílias destroçadas pela dor e imensos prejuízos para o país. O desrespeito pela vida humana no Brasil também assume outras formas, como as condições aviltantes em que vivem milhões de pessoas e a lamentável situação de boa parcela dos serviços de saúde pública. No entanto, o fatalismo amortece as consciências e pouco se faz para mudar tais situações.

Precisamos protestar e clamar contras essas indignidades de maneira vigorosa e ao mesmo tempo inteligente e criativa. Um belo exemplo desse tipo de iniciativa é o movimento Rio de Paz, da Igreja Presbiteriana da Barra da Tijuca, pastoreada pelo Rev. Antônio Carlos Costa, que por meio de ações silenciosas, mas de grande dramaticidade (como colocar milhares de cruzes numa praia), procura sensibilizar governantes e opinião pública para os números da violência no Brasil. Todos nós podemos fazer telefonemas, enviar e-mails, contatar os nossos representantes, apelando contra a impunidade, reivindicando leis mais rigorosas, exigindo maior responsabilidade e eficiência das autoridades. 

Política e governo
Outra área em que ocorrem chocantes deformações da vida nacional brasileira é o setor político. Diariamente, nos noticiários, somos obrigados a assistir ao espetáculo deprimente dos órgãos legislativos com suas CPIs ineficazes, com seus conselhos de ética coniventes com o erro, com seus deputados e senadores sob permanente suspeita de irregularidades. São nossos representantes, são pagos com os nossos impostos, mas muitos deles estão mais interessados em defender as suas agendas pessoais, os seus mesquinhos interesses paroquiais e partidários. Quanto ao executivo federal, é dirigido por um líder que gosta de exaltar as virtudes da democracia, mas tolera ações ilícitas de movimentos de esquerda, prestigia governantes estrangeiros que violam direitos humanos e, em nome do questionável conceito de “governabilidade”, adula partidos e políticos conhecidos por sua falta de integridade moral.

Onde está a nossa indignação contra tal estado de coisas? Seria maravilhoso se o povo brasileiro demonstrasse nesse âmbito o mesmo entusiasmo que tem, por exemplo, pelos esportes. Muitos fazem tudo pelo seu time preferido, até cometem desatinos, mas onde está a torcida organizada a favor do Brasil, onde estão aqueles que vestem a camisa do patriotismo, da defesa da lei e da ordem, a começar pelas altas esferas do poder? Precisamos nos mobilizar, mostrar a nossa insatisfação, a nossa divergência do que está ocorrendo, sair do marasmo, da passividade cúmplice, pelo voto responsável, pela cobrança de coerência, de resultados, de ações moralizadoras. A experiência tem demonstrado que, quando as pessoas se mobilizam e reivindicam, os mandatários respondem.

A própria carne
Os cristãos em geral e os evangélicos em particular não terão autoridade moral para clamar contra essas aberrações da vida brasileira, não poderão ser a “consciência do Estado”, se não tomarem providências, ao mesmo tempo, para pôr em ordem a sua própria casa. Em décadas passadas, a imagem dos crentes era positiva. Embora considerados um tanto esquisitos, chamavam a atenção pelo estilo de vida simples, pela integridade pessoal, pela rigorosa honestidade. Hoje, teologias deturpadoras do evangelho geram uma cultura religiosa triunfalista que anestesia as pessoas e as torna incapazes de ver os seus próprios erros. Os líderes recebem dos seus fiéis carta branca para fazerem o que desejam sem ser questionados ou criticados. Quando ocorre alguma denúncia, por mais fundamentada que seja, é interpretada como perseguição, ataque do “inimigo” e desrespeito pelo servo do Senhor.

Com isso, as igrejas evangélicas deixaram há muito tempo de ser sal e luz na sociedade brasileira. São percebidas como mais um segmento a lutar pelo próprio sucesso, pela defesa de seus interesses corporativos, e não pelo bem da coletividade. Os evangélicos conscienciosos são desafiados a clamar contra os pecados da igreja brasileira, sua rendição aos valores da sociedade materialista, seu afastamento dos preceitos de Cristo. Eles precisam se levantar e bradar contra os erros de seus dirigentes, contra as mensagens falsas e demagógicas de seus pregadores televisivos, e dizer-lhes que terão de prestar constas de seus atos às pessoas e a Deus.

Conclusão
É compreensível o sentimento de impotência e desalento que toma conta de muitos brasileiros de boa vontade, inclusive nas nossas igrejas, diante de vícios tão antigos, poderosos e arraigados que existem em nossa sociedade. Tem-se a impressão de que será impossível extirpá-los do nosso meio. No entanto, a experiência de outros povos mostra que não precisa ser assim. Na Inglaterra do século 18, a indignação e as ações concretas de muitos líderes cristãos, como o político William Wilberforce, contribuíram para o fim do tráfego de escravos e a eliminação do trabalho infantil. Nos Estados Unidos, já no século 20, o protesto do pastor Martin Luther King iniciou o vigoroso movimento que resultou no fim da segregação racial. Mesmo quando os esforços dos cristãos terminam em aparente derrota, como no caso de Dietrich Bonhoeffer, que foi morto por conspirar contra o diabólico regime de Hitler, seu exemplo e testemunho inspiram muitas pessoas a lutar pelo bem. Fiquemos indignados de maneira correta, pelos motivos corretos -- é nosso dever como cristãos e como cidadãos.



Escrito por Luz do Mundo às 00h46
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LUZ DO MUNDO INVESTE NO DISCIPULADO

A Missão Internacional Luz do Mundo decidiu, em Dezembro de 2011, dar ênfase especial ao discipulado dos novos convertidos. O programa "Crescendo na Graça e no Conhecimento" tem a duração de dois anos e já demonstrou resultados bastante positivos.

O Pr Elias Vieira, fundador da MILM, destaca que é "cada vez maior o número de cristãos superficiais, sem alicerce na Palavra, que são meros frequentadores de cultos e reuniões evangélicas, sem noção do que é ser convertido em testemunha do Senhor Jesus Cristo". Tais pessoas -- segundo Elias Vieira -- "são vítimas fáceis de qualquer teologia, qualquer apelo messiânico ou promessa de melhoria na vida material. Nós não queremos atuar nem na busca de cristãos igrejados, provocando cisões, e muito menos na falácia de oferecer falsas vantagens para ter um número maior de pessoas em nossas reuniões".

Para o líder da Missão Luz do Mundo, "a verdadeira igreja cristã está alicerçada na Rocha que é Cristo e com seus fundamentos bem aprofundados na Verdade, para que nunca venha a ser levada de um lado para outro, impelida por qualquer vento de doutrina". 



Escrito por Luz do Mundo às 15h59
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Uma igreja consciente de sua missão na cidade

 

O pr Elias gosta de dizer que na Missão Luz do Mundo “somos uma família que se reúne em vários locais”. Esta nova igreja LM plantada em Vacaria pela pastora Lorena no bairro Lomba Chata tem um ponto forte: ela está bem consciente da sua missão transformadora com as famílias deste bairro.

 

 

Plano Estratégico de Evangelismo para Setor Oeste

 

A Igreja LM está localizada no complexo compreendido pelos bairros Borges, São Francisco, Lomba Chata, Pradense e Minuano. Esses bairros somam uma população de 4.072 habitantes, sendo 2041 homens e 2.024 mulheres, entre adultos e crianças. No projeto de evangelismo elaborado pelo pastor Elias Vieira esta área será expandida para os bairros Fátima, Gaúcha e Barcellos, o que corresponde a mais 3.507 habitantes, sendo 1739 homens e 1768 mulheres. Dessa forma, a pastora Lorena e sua equipe terão um campo missionário com 7.579 pessoas com as seguintes delimitações:

- partindo da BR-116 sentido Lages-SC (lado Leste) até à última rua da cidade (lado Oeste), desde a Av. Samuel Guazeli, passando pela Av. Moreira Paz até a Rua Sueli Borges, Rua Patrício A. de Souza, Rua H, indo até a Av. Dom Francisco Candido encontra com a Av. Luiz Jacinto Schuler no fundo do Aeroporto.

 

Estratégias

 

As estratégias para o avanço evangelístico em Vacaria já estão traçadas, de acordo com aquilo que o Espírito Santo já colocou na mente do pastor Elias Vieira. Algumas são inovadoras, porque Deus sempre tem coisas novas para seus líderes. Apenas não serão reveladas antes da hora, justamente para que o inimigo não tome conhecimento delas e já comece atuar em oposição.

 

Haverá treinamento sobre Batalha Espiritual e Conquista de Território. Para isso já estão sendo colhidas informações específicas da área demarcada pelo pastor Elias. Essas informações estão sendo obtidas tanto no IBGE como na Prefeitura da cidade.

 

Enquanto esse Plano Estratégico é finalizado a Igreja começa uma fase de oração que vai durar 100 dias, começando no dia 22 de Abril, dia do Descobrimento do Brasil. A igreja local, inclusive, já está realizando uma campanha de oração no monte da Lomba Chata todas as sextas-feiras. Ainda sem saber que um dia haveria uma igreja nesse bairro, há uns 8 anos atrás, o Pr Elias reuniu uma equipe e fez um ato profético de conquista da cidade de Vacaria sobre esse mesmo monte. Naquela época a irmã Lorena estava iniciando os primeiros passos no ministério onde, atualmente, assumiu a liderança da Igreja LM.  



Escrito por Luz do Mundo às 17h43
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Vida de missionário é assim mesmo. Às vezes, grandes surpresas e festas de aniversário. Outras vezes, em viagem ou visitando novas comunidades, a data passa quase em branco.

Mas, 2012 reservou redobradas alegrias ao Pr Elias.

 

Deus permitiu que – em viagem para o evento em Vacaria – fosse possível passar momentos revigorantes com parte da família em Porto Alegre. Com a mãe (Laury), as irmãs (Elizete, Néri e Edna), o cunhado Luis Rogério, sobrinhos e sua esposa Marya o pr Elias viveu emoções que trouxeram renovação emocional e muita alegria.

 



Escrito por Luz do Mundo às 17h40
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Tabela das feiras livres em Campo Grande - MS

 


Feira Central

Local - Rua 14 de Julho. 

Quarta, quinta-feira e sábado, das 12h à 0 hora.

Sexta-feira, das 20h à 0 hora.

Domingo, das 7h às 12 horas.

 

Feira de Orgânicos

Quarta-feira, a partir das 7 horas, na Praça do Rádio.

Sábado, a partir das 7 horas, no estacionamento  da Prefeitura Municipal - Avenida Afonso Pena - Centro.



Segunda-feira

Jardim Ouro Verde, das 16h às 22 horas, na Rua Lúcia Martins Coelho.



Terça-feira

Vila Pioneira, das 7h às 12 horas, na Rua Casa Paraguaia.

Vila Taveirópolis, das 7h às 12 horas, na Rua Boa Ventura

Coopharádio, das 16h às 22 horas, na Rua Assunção.

Coophavila II, das 16h às 22 horas, na Av Marinha.

Moreninha, das 16h às 22 horas, na Rua Jaguariúna.

Mata do Jacinto, das 16h às 22 horas, na Rua Umbelina P. F. Silva.

Lar do Trabalhador, das 16h às 22 horas, Paralela a Rua dos Narcisos.

Ana Maria do Couto, das 16h às 22 horas, na Rua Valdeck Maia.


 

Quarta-feira

Vila Jockei Club, das 7h às 12 horas, Ruda das Orquídeas.

Vila Planalto, das 7h às 12 horas, Rua Luiz de Albuquerque.

Vila Carlota, das 16h às 22 horas, na Rua Dracma.

Aero Rancho IV, das 16h às 22 horas, na Rua Arapoti.

Recanto dos Rouxinóis, das 16h às 22 horas, na Rua Querobina G. Nogueira.

José Abrão, das 16h às 22 horas, na Rua Armando Holanda.

Bonança, das 16h às 22 horas, na Rua Carajás.


 

Quinta-feira

Coophavila II, das 16h às 22 horas, na Avenida Marinha.

Jardim Ipanema, das 7h às 12 horas, na Rua São Bernardo.

Cohab (Universitária II), das 16h às 22 horas, Avenida Agripino Grieco.

Conjunto União, das 16h às 22 horas, na Rua Arnaldo S. Vargas.

Jardim Petrópolis, das 16h às 22 horas, na Rua Esmeralda.

Imperial, das 16h às 22 horas, na Rua Duas Vilas.

Cabreúva, das 16h às 22 horas, Avenida Noroeste.

Vila Célia, das 16h às 22 horas, na Rua Eduardo Santos Pereira.

Roselândia, das 16h às 22 horas, na Rua Assaré



Sexta-feira

Taveirópolis, das 7h às 12 horas, na Rua Boa Ventura da Silva.

Coophatrabalho, das 7h às 12 horas, na Rua Bacaba.

Mª Apª Pedrossian, das 16h às 22 horas, na Rua João F. Damasceno.

Iracy Coelho, das 16h às 22 horas, na Rua Antônio de Castilho.

Novo São Paulo, das 16h às 22 horas, na Rua Senhor do Bonfim.

Parati, das 16h às 22 horas, na Rua Sen. Teotônio Vilela.

Alves Pereira, das 16h às 22 horas, na Avenida Waldemar Waihat.

Tiradentes, das 16h às 22 horas, Rua Rouxinol.

Vila Almeida, das 16h às 22 horas, na Rua Américo Brasiliense.


 

Sábado

Vila Palmira, das 16h às 22 horas, na Rua Ministro José Linhares.

Jd. das Perdizes, das 16h às 22 horas, na Rua Francisco F. de Souza.

Bairro Caiçara, das 7h às 12 horas, na Rua do Ouvidor.

Vila Carvalho, das 7h às 12 horas, R Joaquim Carvalho.

Coophasul, das 7h às 12 horas.

Estrela Dalva, das 16h às 21 horas, Rua Uirapuru.

Monte Carlo, das 16h às 22 horas, R Roberto Medeiros.

Conjunto Buriti, das 16h às 22 horas, Rua Jaime Costa.

Vila Jacy, das 16h às 22 horas.

Tijuca II, das 16h às 22 horas, na Rua Souto Maior.

Piratininga, das 16h às 22 horas, na Rua 9 de Julho



 

Domingo

Guanandy, das 7h às 12 horas, na Rua Barra Mansa.  

Universitário, das 7h às 12 horas, Av Brig. Thiago.

Botafogo, das 7h às 12 horas, Rua Ana Luiza  

Cidade Morena (Moreninhas) das 7h às 12 horas, na Rua Barreiras.

José Pereira, das 7h às 12 horas, na Rua Américo          

Nova Lima, das 7h às 12 horas, na Rua Paris.

 


 



Escrito por Luz do Mundo às 18h52
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Palavras de Consolação –I 

 

Atos 13.15 - E, depois da lição da lei e dos profetas, lhes mandaram dizer os principais da sinagoga: Homens irmãos, se tendes alguma palavra de consolação para o povo, falai.

 

Salmo 119:50 - Isto é a minha consolação na minha aflição, porque a tua palavra me vivificou.

 

Às vezes me pergunto por que o ser humano é tão paradoxal, tão oscilante entre o bem e o mal, a saúde e a doença, a sabedoria e a loucura? Creio que o apóstolo Paulo viveu esse questionamento também, pois em Romanos 7 ele desfila um rosário de situações contraditórias, para concluir no versículo 24:

“Miserável homem que eu sou! quem me livrará do corpo desta morte?”

 

Freud diria que o ser humano está sob a vigência de dois instintos básicos: um de vida que ama e enriquece a vida e outro de morte que busca a destruição e deseja matar.

Paulo sentia que nele coexistiam, simultaneamente, duas forças. Creio que vem daí toda essa carga dramática que nos aflige, porque a nossa existência nada tem de simples e fácil de resolver.

 

Nos debatemos ante o dilema:

·       fase em que predomina a vontade de viver e então tudo brilha, tudo irradia e cresce.

·       Fase em que temos que sufocar todo sentimento negativo, derrota, humilhação, violência e todos os seus desdobramentos.

 

Apesar de todas as suas conquistas fantásticas, a Ciência aliada à tecnologia mais avançada, não consegue responder por que seres humanos, às vezes, mais parecem feras indomáveis. A ciência também não sabe apontar um caminho de esperança para suprimir de modo direto a agressividade humana. Essa agressividade é responsável pelos nossos sentimentos de angústia, ingratidão, cansaço de fazer o bem, desânimo, frustração, derrota e desamor.

 

Na terra adubada pelo desamor brota a semente da incompreensão e da intolerância.

E nesse contexto, a amargura cria raízes que se espalham pelo corpo e pela família inteira.

 

Por isso, quero encorajar você a avaliar seriamente este assunto.

Certas pessoas precisam urgentemente realizar uma operação radical em suas vidas, e remover lembranças, dores, mágoas, orgulho ferido e até algumas pessoas do seu dia a dia.

Deus tem para nós uma vida em plenitude de amor, compreensão, afeto, delicadeza, carinho, comunhão. Mas, para alcançar essa vida é necessária uma limpeza radical em nossos sentimentos e relacionamentos.

 

Aproveite hoje e tire de sua cabeça, de suas veias, do seu coração tudo que não serve mais. Importe-se com você. Não, não é ser egoísta. Mas, porque é fundamental para a sua vida que você esteja bem.

 

Já viu alguém dar o que não tem?

Quem dá, dá o que tem, correto? Mas, se eu não estou bem, não estou feliz, vou passar o quê para os outros? Falsidade talvez, tristeza com certeza. E, pior ainda, vou magoar quem não me fez nada, por causa de minhas irritações e frustrações.

Ninguém mais quer parar, gastar tempo para ouvir minhas dores, ladainhas e queixas. Então, tenho que me  resolver, me conhecer e me aceitar! É uma decisão crucial, desconfortável, mas, totalmente necessária.

Penso que todo esse processo é doloroso e, como sou débil, quero ser amparado, conduzido por alguém, buscando amparo para que minha dor seja a menor possível.

 

Curtir a dor ou agir?

Continuar pensando em quem me deixou? Continuar imaginando ou fazendo o melhor para pessoas que nem me dão atenção? Me martirizar buscando a perfeição e querendo mudar as pessoas?

Quem sabe vou continuar falando “sim” quando quero dizer “não”? Continuar ouvindo aquelas músicas que me levam a um passado que só me fez chorar? Vou continuar lamentando a morte de quem já passou faz tanto tempo?  

Continuar acreditando que quem errou foi eu? Continuar me comparando aos outros e me achando menor? Ou acreditando que ser feliz é só para os outros?

 

Algo tem que mudar, logo

É consolador descobrir que se eu quero ser feliz terei que me aceitar e praticar, diariamente, o exercício do perdão individual.

Também vou ter que assumir uma posição inflexível quando alguém me tratar mal. Não vou aceitar que me tratem mal, que me pisem, ou me humilhem. É ordem bíblica que eu seja humilde, e eu o serei. Mas, é indigno aceitar a humilhação gratuita.

 

Vou parar de querer mudar as pessoas e consolar quem não quer ser consolado. Preciso mudar tudo na minha vida… por que insistir?

Quero encontrar coragem para assumir as mudanças necessárias, com a devida orientação de Deus, claro. Mas, preciso de uma palavra de encorajamento e conforto para os momentos em que as mudanças me parecerão perdas. A firmeza para essas decisões não podem me tornar insensível, arrogante, solitário, deprimido.

 

As contradições são perturbadoras

 

Herodes, furioso, mandou matar todos os meninos de Belém e de todo o território vizinho, de dois anos para baixo, de acordo com o tempo indicado pelos magos. Assim se cumpriu o que foi dito pelo profeta Jeremias: Ouviu-se um grito em Ramá, choro e grande lamento: é Raquel que chora seus filhos e não quer ser consolada, pois não existem mais (Mateus 2, 16-18).

 

Quando tomamos decisões fortes, o impacto será sentido por nós pelos que estão próximos. É preciso deixar claro que nem todos os atingidos ficarão satisfeitos e confortáveis. Muitos até poderão se fazer de vítimas indefesas, como se não estivessem preparados para enfrentar a dureza da vida.

 

Saiba que por mais justos que sejam os nossos motivos para tristeza, a atitude mais correta para o cristão é aceitar o consolo, o conforto enviado por Deus. Porque o desgaste dessa batalha espiritual e emocional é enorme. Temos que buscar socorro e consolação. Mas, há os que resistem.

A resistência pode ser apenas um reflexo da fragilidade emocional do momento. No entanto, outros podem resistir por frieza, arrogância, teimosia, vontade deliberada de opor-se a Deus por ter permitido o sofrimento, a dor, a doença ou a tragédia.

 

Vampiros

Quero referir-me, aqui, a vampiros humanos, parasitas, aproveitadores. Pessoas que se aproximam de nós, ou até membros de nossa família, que planejam – com  toda a esperteza – viver sugando a gente. Claro que você conhece gente assim. Estendemos a mão em momento específico, mas eles, espertamente, decidem transformar em permanente uma ajuda que seria provisória e eventual.

Naquele momento em que oferecemos ajuda o sofrimento dele era autêntico. Mas, agora, nosso dever já foi cumprido. Só que a pessoa finge que não entende para continuar nos sugando emocionalmente, físicamente, economicamente, seja lá de que modo for. Virou um egoísta refinado. Basta dizermos um “não” que o mundo deles “desaba”.

Situações assim exigem de nós uma atitude urgente. Do contrário, nós vamos adoecer, assimilando uma carga que não é nossa e nem nos compete levar, a não ser momentaneamente.

 

Há um dito popular, no Sul:

“Quem tem pena do miserável acaba morrendo no lugar dele”.

E o que foi que Jesus fez? Morreu por nós, afundados na miséria do pecado. Mas, nós não somos Jesus. E esse problema (de todos) já foi resolvido na cruz do Calvário. Portanto...

 

O capítulo 17 de João nos mostra Jesus intercedendo por nós, diante do Pai, por proteção e provisão. Mas, deixando evidente que sua missão em nosso favor estava cumprida e que ele estava saindo da situação com ela resolvida. Agora, uma nova fase estaria iniciando.

 



Escrito por Luz do Mundo às 19h09
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Palavras de consolação- II 

Esta é a continuação da mensagem sobre Palavras de consolação

Ajude e caia fora

É preciso dispor de uma super-estrutura física, psíquica e emocional para ajudarmos aos outros. Mas, a prioridade absoluta deve ser o meu bem-estar. Porque, se eu estou mal como posso ajudar o outro?

E o vampiro não se cansa de sugar. Você dá tudo o que pode e ainda é pouco. Devo lembrar que minha missão cristã é abençoar pessoas, sim. Mas, não ser imolado, sacrificado por elas. Isso, Jesus já fez. Eu devo abençoar, cooperar, colaborar. Morrer, não.

O mandamento é amar ao próximo como a mim mesmo. Porque o amor maior, de morrer pelo outro, é o amor de Jesus. Ele é insuperável.

Ingratidão

Quantas vezes me deparo com a ingratidão e fico infeliz, deprimido, me cobrando por que motivo uma vez mais ajudei, ajudei e não fui sequer respeitado. O famoso pregador americano M. Murdock tem uma definição magistral para isso:

“Ingratidão sempre é resultado de investimentos que faço em pessoas erradas!”

Eu sou o culpado maior pela ingratidão que estou sofrendo, porque fazer o que fiz, por aquela pessoa, foi uma escolha minha. Essa explicação me acalma a ponto de não mais reclamar.

Dar apenas o que tem

Há pessoas que contraem dívidas, arranjam problemas dentro de casa, passam dos limites para ajudar alguém.

Em Atos 3 temos a confirmação disso:

4  E Pedro, com João, fitando os olhos nele, disse: Olha para nós.

5  E olhou para eles, esperando receber deles alguma coisa.

6  E disse Pedro: Não tenho prata nem ouro; mas o que tenho isso te dou. Em nome de Jesus Cristo, o Nazareno, levanta-te e anda.

7 E, tomando-o pela mão direita, o levantou, e logo os seus pés e artelhos se firmaram.

8 E, saltando ele, pôs-se em pé, e andou, e entrou com eles no templo, andando, e saltando, e louvando a Deus.

 Não faça nada além do que está ao seu alcance no momento. Isso vale para pessoas e instituições. A Palavra nos manda fazer tudo quanto for possível. Logo que conseguiu andar com os próprios pés, o homem largou a mão de Pedro e tornou-se independente (v.8). Faça só o que é necessário. Não invente.

Eclesiastes 9:10 - Tudo quanto te vier à mão para fazer, faze-o conforme as tuas forças...

Nada além das nossas forças. E Deus sabe até onde podemos ir, buscando solucionar problemas sem criarmos novos problemas. Sabe também quais pessoas devemos ajudar sem prejudicarmos nossos relacionamentos com outras pessoas. Por isso, está na hora de você romper com todos os sugadores físicos e institucionais. Do contrário, você se estressa, adoece, se fragiliza e morre. E eles vão continuar vivinhos da silva.

A adversidade é uma escola

Provérbios 17:3 - O crisol é para a prata, e o forno para o ouro; mas o Senhor é quem prova os corações.

Provérbios 27:21 - Como o crisol é para a prata, e o forno para o ouro, assim o homem é provado pelos louvores.

 

Como o ouro passa pelo fogo para se purificar, assim a nossa alma vai sendo, dia-a-dia purificada pela vivência, incluindo o sofrimento. Esse é um estranho e misterioso processo pelo qual Deus permite que cada pessoa amadureça, tempere sua personalidade para resistir às piores provações que a vida possa lhe impor.

A hora da doença é um tipo de hora da verdade onde somos obrigados a nos avaliar, questionar, investigar de forma honesta e íntima. É nessa hora que toda a fragilidade do nosso ego fica exposta e precisa ser compreendida. E ninguém está autorizado a passar pela turbulência do outro. O dever cristão é auxiliar, sentir a dor do doutro de maneira solidária e não querer substituir o outro para assumir a dor dele.

 

Pais e filhos

 

Isso ocorre entre pais e filhos de forma corriqueira. Especialmente quando nossos filhos são pequenos. Chegamos a nos oferecer para Deus para sentirmos a dor deles para que eles sejam aliviados, não é mesmo? E quando esses filhos crescem, não raro, temos uma recaída. Voltamos a querer sofrer para que eles não sintam nada: “tadinhos”!

 

Discordamos dos outros, nos indispomos com o cônjuge, prejudicamos a convivência, tudo em função de aliviarmos a dor do outro, quando deveríamos reconhecer que essa pessoa está, mesmo,   precisando sentir o frio do vento gelado no rosto até aprender a ir buscar o próprio agasalho.

De nada adianta nos revoltarmos com tudo e com todos. Apenas piora a situação. Na grande escola da vida nós todos somos aprendizes. E, como discípulos – curiosos e inexperientes – ficamos  agitados querendo saber os quês e os porquês das coisas.

-O que significa isso? Doença, angústia, estresse, sofrimento? Incompreensão? Ingratidão?

- Que lições Deus quer que eu aprenda com isso tudo?

Se é verdade que “a dor ensina a gemer”, então ela também vai me fazer crescer, me levando para mais perto de Cristo e de sua vontade para comigo. Em meio aos tempos de espera, permanecer firme na fé, na certeza de que Deus prepara o momento mais adequado para a libertação, a cura e a restauração. Mas, jamais esqueça que é você o artífice de sua recuperação.

 

É fantástica essa escola da vida!

Na medida em que compreendo a vida o meu consolo fica mais acessível. Tudo nesta vida é fase, portanto, o sofrimento também vai passar. Aprenda a consolar, mas, não tenha vergonha nem constrangimento em receber consolação. Porque o importante é ter forças para viver. Saber que a vida continua: hoje aqui, amanhã lá, assim na terra como no céu.

 

Aceita consolação?

Salmo 107, versos 6, 13, 19 e 28:

6  E clamaram ao Senhor na sua angústia, e os livrou das suas dificuldades.

13 Então clamaram ao Senhor na sua angústia, e os livrou das suas dificuldades.

19 Então clamaram ao Senhor na sua angústia, e ele os livrou das suas dificuldades.

28 Então clamam ao Senhor na sua angústia; e ele os livra das suas dificuldades.

Salmo 50.15 – E invoca-me no dia da angústia; eu te livrarei, e tu me glorificarás.

1ª Pedro 5.7 - Lançando sobre ele toda a vossa ansiedade, porque ele tem cuidado de vós.

 

Não retenha a angústia, não esconda do Pai o seu sofrimento. Lance ao pé da cruz os seus cuidados e preocupações, as suas impossibilidades.

Filipenses 4.6 - Não estejais inquietos por coisa alguma; antes as vossas petições sejam em tudo conhecidas diante de Deus pela oração e súplica, com ação de graças.

 

Somos tentados a tergiversar na oração. Com palavras rebuscadas e frases pomposas deixamos de rasgar o nosso coração, optando por formalidades que não rompem as paredes do casulo onde o sofrimento nos enclausurou. O que Deus quer de nós é simplicidade no falar e objetividade no pedir. Seja claro e direto na oração. Esclareça detalhes do que está sentindo, mencione cada situação, explique o tamanho do estrago que está sofrendo e não se esqueça de apresentar os nomes das pessoas que estão envolvidas em cada situação. Rejeite todo pensamento de derrota. Derrame-se perante o Senhor. Clame pelo consolo do Espírito Santo e dê-lhe tempo em comunhão para ser renovado.

 

O mesmo Salmo 107 dá argumento para que a gente anule todo dardo inflamado de derrota e depressão através do louvor, a arma poderosa que o Espírito Santo coloca à nossa disposição para a saída estratégica desse cativeiro:

 

8  Louvem ao Senhor pela sua bondade, e pelas suas maravilhas para com os filhos dos homens.

15 Louvem ao Senhor pela sua bondade, e pelas suas maravilhas para com os filhos dos homens.

21 Louvem ao Senhor pela sua bondade, e pelas suas maravilhas para com os filhos dos homens.

31 Louvem ao Senhor pela sua bondade, e pelas suas maravilhas para com os filhos dos homens.

 

É tudo uma questão de comportamento

Até para receber o consolo divino existem requisitos. Deus quer treinar cada servo para atingir um nível de excelência na comunhão com Ele e, ao mesmo tempo, silenciar as baterias infernais que tentam nos abater diuturnamente.

Nosso comportamento diante da adversidade é a senha de acesso ao socorro de Deus. Se reagimos com reclamação e revolta damos legalidade ao maligno para continuar nos bombardeando. Se conseguirmos superar o abatimento da carne erguendo a voz em exaltações ao Todo-Poderoso, o livramento não tardará.

Salmo 107:42 Os retos o verão, e se alegrarão, e toda a iniqüidade tapará a boca.

                  43 Quem é sábio observará estas coisas, e eles compreenderão as benignidades do Senhor.

Oro a Deus por você, neste momento, para que o Senhor o livre de todos os seus temores, afaste todos os inimigos, restaure as suas forças físicas, psíquicas e espirituais. Repreendo todo levante contra sua saúde, contra sua fé, contra sua família. Rogo a Deus pela sua renovação geral, repreendo – em nome de Jesus – o desânimo, a tontura, a sensação de fraqueza geral, o sentimento de fracasso ministerial, o abatimento moral, para que sua vida seja cheia do Espírito Santo e da sua unção. Declaro todo jugo desfeito, agora, e sua mente integralmente dominada e saturada pelo Santo Espírito Consolador. Em nome de Jesus. Amém.

Pr. Elias Vieira – 27/09/2011

 

 



Escrito por Luz do Mundo às 19h01
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102 adolescentes entre 10 e 14 anos cometem suicídio no Brasil, por ano

Crescem as internações por tentativa de suicídio de adolescentes entre 13 e 14 anos

 

A sociedade brasileira está chocada pelo fato ocorrido nesta quinta-feira, 22/setembro/2011, na Escola Municipal Professora Alcina Dantas Feijão, onde um aluno de apenas 10 anos atirou na professora e depois cometeu suicídio disparando com um revólver 38 contra sua própria cabeça em São Caetano do Sul-SP.

Em Mato Grosso do Sul existe um caso grave de suicídio de jovens entre os indígenas, historicamente sem solução. Mas, agora, a mídia corre atrás de números e expõe mais uma chaga social bem à moda brasileira:

Dados do Ministério da Saúde informam que somente no ano de 2009, foram 106 adolescentes entre 10 e 14 anos cometeram suicídio no Brasil. Se forem somados os resultados dos últimos 14 anos, foram 1.437 mortos, na mesma faixa etária, o que dá uma média de 102 suicídios de crianças por ano.

 

A situação entre os jovens de 15 a 19 é ainda mais grave porque só em 2009 foram 566 suicídios.

Como se vê, não se trata de um caso isolado esse do garotinho de 10 anos em São Caetano. No Rio Grande do Sul os números são alarmantes, mas, ainda não oficializados.

 

A anarquia social é a base para toda desgraça pessoal

 

Desde que as redes de TV e, por desdobramento, outras mídias passaram a disputar audiência/mercado através de programações permissivas e antiéticas, todo tipo de desgraça social aumenta anualmente.

 

Números da ONU

A Organização das Nações Unidas gravou durante uma semana, do final de 1998, os desenhos animados transmitidos pela TV brasileira em 6 emissoras de canal aberto. Foram descobertos 1.432 crimes, dando cerca de 20 crimes por hora nesses desenhos, dos quais, os crimes mais freqüentes eram:

- lesão corporal (57%) e - homicídio (30%)

E o mais grave disso: a impunidade é freqüente em todos os desenhos.


A TV faz uma campanha diária pró-imoralidade

 

Querendo tornar “politicamente corretos” certos comportamentos anti-sociais, esses canais envolvem a sociedade com toda sorte de programas perniciosos, mal-formadores do caráter, instigadores da violência. E, temerosos de serem enquadrados como insensíveis aos novos tempos, políticos corruptos e sem compromisso com nenhuma moral ou ética, propõem e aprovam leis cada vez mais liberalizantes dos costumes.

 

Esse é um caminho sem volta. Esse é o preço que uma suposta “modernidade” costuma cobrar de seus ideólogos e das pessoas que se deixam envolver e influir por valores totalmente podres.

 

O Brasil percorre em alta velocidade esse caminho rumo ao caos na família e nas instituições sociais. O afrouxamento moral já faz parte do cotidiano. E as conseqüências disso, também.

 

Fatores de risco para o suicídio

Saiba quais pontos devem ser observados por pais e professores:

• Histórico de tentativas anteriores de suicídio

• Depressão ou outros distúrbios mentais

• Abuso de álcool e drogas

• Perda ou algum fator recente de stress

• Fácil acesso a métodos letais (como armas, venenos, etc)


Entre os principais fatores de risco para o suicídio estão depressão, histórico familiar de tentativa de suicídio e abuso de álcool e drogas.

Acolhendo tanta bugiganga e lixo moral, a família brasileira está precisando encontrar um lugar para Deus junto a si mesma.

 



Escrito por Luz do Mundo às 22h15
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Pastor holandês não crê na vida eterna

e nem que Deus seja um ser sobrenatural

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Os cristãos mais tradicionais tentaram tirá-lo do comando da igreja, mas não foram atendidos
Pastor holandês não crê na vida eterna e nem que Deus seja um ser sobrenatural

O pastor holandês, Klaas Hendrikse, da igreja Êxodo da cidade de Gorinchem tem uma forma bastante diferente de pregar: ele diz que Deus

não é um ser sobrenatural e que a vida eterna não existe.

“Pessoalmente, não tenho talento para crer na vida depois da morte. Não, para mim, a nossa vida, nossa tarefa, está antes da morte”,

disse em uma de suas mensagens.

Essa posição teológica do pastor tem gerado polêmica entre muitas igrejas cristãs, principalmente quando ele diz que não acredita

que Deus existe de forma sobrenatural. “Creio que “Filho de Deus” é uma espécie de título. Não creio que ele foi um deus ou metade deus”,

disse o pastor a respeito de Jesus. “Eu creia que era um homem, mas era um homem especial.”

Hendrikse descreve o relato bíblico sobre a vida de Jesus como uma história mitológica, sobre um homem que pode muito bem não ter existido,

mas mesmo assim é uma fonte valiosa de sabidoria sobre como levar uma boa vida.

O pastor ateu está lançando um livro entitulado de “Crer em um Deus Não Existente” (tradução livre para o português), obra que tem provocado

os cristãos mais tradicionais que chegaram a pedir para que o pastor seja retirado da igreja. Mas em uma reunião especial o ministério decidiu

que seus pontos de vista estão em concordância com o de outros pastores.


Pastores ateus são comuns na Holanda

Um estudo da Universidade Livre de Amsterdam relatou que um a cada seis clérigos

na Igreja Protestante holandesa são agnósticos ou ateus.

Um professor dessa universidade, Stoeffels Hijme, acredita que esse tipo de discurso pode ajudar o cristianismo

a permanecer “competitivo no mercado de ideias”, ele diz que somente se reinventando é que a religião

conseguirá sobreviver por muito mais tempo.

Fonte: Gospel Prime



Escrito por Luz do Mundo às 00h42
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Escrito por Luz do Mundo às 13h39
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Escrito por Luz do Mundo às 13h37
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A verdadeira adoração revela a grandeza e a glória de Deus

“Desde Sião, excelência de formosura, resplandece Deus. Vem o nosso Deus e não guarda silêncio; perante ele arde um fogo devorador, ao seu redor esbraveja grande tormenta” (vv.2-3). “Conheço todas as aves dos montes, e são meus todos os animais que pululam no campo” (Salmo 50.11).

A verdadeira adoração sempre inclui e exprime a grandiosidade da glória de Deus. Isso nós podemos observar claramente nas ocasiões em que Deus se revelou a alguns homens de forma direta, através da teofania. Olhe só a reação dessas pessoas diante da manifestação do Senhor:

·       “Moisés escondeu o rosto, porque temeu olhar para Deus” (Êxodo 3.6). ·       Isaías clama: “Ai de mim! Estou perdido! Porque sou homem de lábios impuros, habito no meio de um povo de impuros lábios, e os meus olhos viram o Rei, o Senhor dos Exércitos!” (Isaías 6.5). ·       Elias “envolveu o rosto no seu manto” (1º Reis 19.13). ·       Paulo caiu por terra e “tremendo e atônito, disse: Senhor, que queres que eu faça?” (Atos 9.6).

 

Por aí se vê que a adoração verdadeira sempre tem como objetivo, como alvo principal, atrair a presença de Deus. Só que tal objetivo exige de nós um altíssimo grau de temor diante da Sua santidade. E, quando chegamos a alcançar pelo menos uma experiência maravilhosa dessas, só então vamos ter consciência e desejar a Santidade como um estilo de vida.

O adorador tem promessa

“Invoca-me no dia da angústia; eu te livrarei, e tu me glorificarás” (Salmo 50.15). Muitos conhecem e repetem, decor, essa passagem tão popular do Salmo 50. Mas, é preciso considerar o seu contexto para alcançar o verdadeiro sentido. O tema central do Salmo 50 é a adoração verdadeira a Deus, o legítimo louvor ao Senhor, o louvor que Lhe é agradável.

A verdadeira adoração na Criação

Adoração verdadeira começa com a Criação: “Fala o Poderoso, o Senhor Deus, e chama a terra desde o Levante até o Poente” (v.1). A real finalidade da Criação é louvar a Deus. É o que nos diz o Salmo 19.1: “Os céus proclamam a glória de Deus, e o firmamento anuncia as obras das suas mãos”. Se o adorador perder de vista o propósito para o qual foi criado por Deus, a partir dessa falta de compreensão tudo estará fora do lugar.

A adoração falsa

É justamente a falta de uma vida adequada do Seu povo que leva o Senhor a lamentar profundamente e a anunciar o juízo, como lemos no Salmo 50: “Intima os céus lá em cima e a terra, para julgar o seu povo. “Congregai os meus santos, os que comigo fizeram aliança por meio de sacrifícios’. Os céus anunciam a sua justiça, porque é o próprio Deus quem julga” (vv.4-6).

 

Imagine esse Deus poderosíssimo chegando ao limite de sua paciência conosco e com o nosso modo equivocado de adorá-lo! Ele intima o universo para uma reunião de emergência! Deus convoca uma audiência no seu tribunal, toma os céus e a terra por testemunhas e lembra ao Seu povo a aliança que firmou com ele, mas vê-se obrigado a acusar Israel, falando em julgamento. É uma acusação contra os rituais exteriores e vazios, ao culto sem conteúdo. Fazendo a aplicação aos nossos dias, Deus lamenta um cristianismo sem Cristo! Uma reunião de salvos para prestar-lhe um culto, sem a reverência devida e sem a direção do Espírito Santo. Fico espantado só em pensar que algumas reuniões deixam de ser para “louvor da sua glória” (O Senhor dos Exércitos, Todo-Poderoso) e passam a ser vistas – por Ele – como provocação. Qual é a chance que tenho de sair vivo de uma reunião programada para celebrar a presença de Deus à qual eu compareço sem preencher os mínimos requisitos de santificação, obediência e reverência? É por isso que, não poucas vezes, volto para casa com uma profunda sensação de vazio, sem as respostas para minhas perguntas, sem o bálsamo para minhas feridas, sem a direção para as decisões que me angustiam. Cada culto a que compareço sem estar consciente de que lá poderei ter um encontro real com a presença de Deus, estou desperdiçando a oportunidade. E – o que é pior – com a minha superficialidade e falta de compromisso, estou provocando a ira do Senhor por esse desperdício que é reunir sem o devido temor e reverência!

 

“Escuta, povo meu, e eu falarei; ó Israel, e eu testemunharei contra ti. Eu sou Deus, o teu Deus. Não te repreendo pelos teus sacrifícios, nem pelos teus holocaustos continuamente perante mim. De tua casa não aceitarei novilhos, nem bodes, dos teus apriscos. Pois são meus todos os animais do bosque e as alimárias aos milhares sobre as montanhas. Conheço todas as aves dos montes, e são meus todos os animais que pululam no campo. Se eu tivesse fome, não to diria, pois o mundo é meu e quanto nele se contém. Acaso, como eu carne de touros? Ou bebo sangue de cabritos?” (vv.7-13).

 

Deus volta-se contra a forma de culto apenas exterior, contra uma adoração sem conteúdo bíblico. Hoje, pelo mundo afora, em muitos templos a adoração transformou-se em show, em ativismo piedoso sem ligação com o próprio Senhor. Em Israel, na época em que foi escrito o Salmo 50, acontecia a mesma coisa. Basta lermos o capítulo 29 de Isaías para vermos o quadro dramático ali retratado. O versículo 13 resume bem o capítulo.

“O Senhor disse: Visto que este povo se aproxima de mim e com a sua boca e com os seus lábios me honra, mas o seu coração está longe de mim, e o seu temor para comigo consiste só em mandamentos de homens, que maquinalmente aprendeu”.



Escrito por Luz do Mundo às 18h45
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Adoração verdadeira é uma questão do coração

Em meio a esse formalismo no culto ao Senhor, Ele conclama Seu povo: “Oferece a Deus sacrifícios de ações de graças e cumpre os teus votos para com o Altíssimo” (v.14). Comprometa-se com Deus! Aí, sim, a maravilhosa e conhecida promessa do Salmo 50 repousará sobre os verdadeiros adoradores: “Invoca-me no dia da angústia; eu te livrarei, e tu me glorificarás”.

 

Uma falsa concepção de Deus

Hoje, em muitos templos a adoração transformou-se em show, em ativismo piedoso sem ligação com o próprio Senhor. Deus repreende a trágica rebelião de Seu povo:

“Mas ao ímpio diz Deus: De que te serve repetires os meus preceitos e teres nos lábios a minha aliança, uma vez que aborreces a disciplina e rejeitas as minhas palavras? Se vês um ladrão, tu te comprazes nele e aos adúlteros te associas. Soltas a boca para o mal, e a tua língua trama enganos. Sentas-te para falar contra teu irmão e difamas o filho de tua mãe” (vv.16-20).

 

Rebaixamos Deus ao mesmo nível em que nos encontramos. Muitos cristãos, quando exortados por seu comportamento errado, têm pronta a resposta: “Eu acho que estou certo, não vejo problemas com isso”.

Esquisito que, essas mesmas pessoas costumam queixar-se de orações não respondidas, promessas não alcançadas, fases de uma mesma luta que não acaba nunca! Ora, se Deus não as está ouvindo é porque estão agindo igual a Israel no passado. Deus, porém, não pode ouvi-los! Deixaram de considerar que Deus condicionou Suas promessas a certos requisitos.

“Tens feito estas coisas, e eu me calei; pensavas que eu era teu igual; mas eu te argüirei e porei tudo à tua vista” (v.21).

 

Corremos um sério risco hoje. Nos autodenominamos cristãos e tocamos em frente adorando a um Deus que nós fabricamos. No entanto esse nosso Deus não corresponde ao Deus da Bíblia, mas, um Deus que espelha nossa própria imaginação e reflete nossos desejos pessoais. Portanto, não devemos nos espantar quando o verdadeiro Deus se cala!

 

A causa não está nEle; está em nós.

“Considerai, pois, nisto, vós que vos esqueceis de Deus, para que não vos despedace, sem haver quem vos livre” (v.22). Apesar de todo o ativismo religioso, cumprindo uma agenda diária de mandamentos e ordenanças o povo de Israel havia se esquecido de Deus. Talvez a gente também esteja esquecendo dEle muitas vezes. Por isso, Ele se cala. Assim, não podemos ouvir Sua voz.

 

A verdadeira adoração está alinhada com a Palavra de Deus

O Salmo 50 também nos apresenta a solução do problema do silêncio divino. É que precisamos nos conscientizar do que é a verdadeira adoração a Deus, que é um retorno àquilo que está descrito no versículo 23: “O que me oferece sacrifício de ações de graças, esse me glorificará; e ao que prepara o seu caminho, dar-lhe-ei que veja a salvação de Deus”. Aqui está o mapa do caminho de volta à presença do Deus que responde. Trata-se de uma informação preciosíssima. Se é o silêncio de Deus que está nos consumindo, agora já sabemos como restabelecer a conexão em banda larga com Ele! Aleluia!

 

As ações de graça que agradam a Deus começam quando direcionamos nossos caminhos a partir da verdade revelada por Ele em Sua Palavra, quando passamos a viver conforme a Bíblia. A adoração verdadeira diz: “Pai, não a minha, mas a Tua vontade seja feita. Eu Te agradeço, independentemente dos caminhos pelos quais Tu me conduzes. Muito obrigado por Teus pensamentos serem pensamentos de paz a meu respeito, mesmo que eu não conheça o caminho por onde me levas. Agradeço por me guiares e por teres garantido me levar ao alvo”.

 

Três princípios da verdadeira adoração

Mateus 8.1-8 exemplifica uma oração que agrada ao Senhor. Esses versículos relatam dois milagres da graça de Deus: “Ora, descendo ele do monte, grandes multidões o seguiram. E eis que um leproso, tendo-se aproximado, adorou-o, dizendo: Senhor, se quiseres, podes purificar-me. E Jesus, estendendo a mão, tocou-lhe, dizendo: Quero, fica limpo! E imediatamente ele ficou limpo da sua lepra” (vv.1-3).

“Tendo Jesus entrado em Cafarnaum, apresentou-se-lhe um centurião, implorando: Senhor, o meu criado jaz em casa, de cama, paralítico, sofrendo horrivelmente. Jesus lhe disse: Eu irei curá-lo. Mas o centurião respondeu: Senhor, não sou digno de que entres em minha casa; mas apenas manda com uma palavra, e o meu rapaz será curado” (vv.5-8).

 

Aqui encontramos três princípios da oração legítima.

·       A fé declara: “Senhor, Tu podes!” ·       O temor a Deus complementa: “Se Tu quiseres”. ·       E a humildade acrescenta: “Não sou digno!”

 

A verdadeira adoração diz “sim” aos caminhos de Deus

Deus quer ouvir a nossa oração. E Ele quer atender nossas orações. Mas isso requer obediência à Sua Palavra e um estilo de vida santificado.

Quando buscamos ao Senhor, não devemos esquecer que, independente da forma com que o Senhor nos responde, o Nome do Senhor deve ser exaltado acima e antes de tudo. Sabemos muito bem que o Senhor faz milagres ainda hoje. Mas Deus nem sempre responde nossas orações da forma que gostaríamos. Essa situação é descrita em Atos 12. Tanto Tiago (vv.1-2) como Pedro (vv.3ss.) estavam na prisão. Os irmãos haviam orado intensamente pelos dois. Ambos sabiam estar sob a proteção e o abrigo do Senhor. Para um deles, Tiago, Deus disse: “Muito bem, servo bom e fiel; foste fiel no pouco, sobre o muito te colocarei; entra no gozo do teu senhor” (Mt 25.21). Tiago foi decapitado. Já para Pedro, foi dada outra missão: “Vá para a vinha, pois a colheita está madura!” E Pedro saiu milagrosamente da prisão para ir trabalhar na seara do Mestre. As duas possibilidades são caminhos de Deus! Será que concordamos sempre quando Deus nos dirige, seja da forma que for?

 

Deus ouve a adoração verdadeira

Deus quer que oremos. E Ele quer atender nossas orações. Mas isso requer obediência à Sua Palavra e um estilo de vida santificado. Sabendo que Ele escuta e responde, podemos deixar a decisão da resposta com Ele, na certeza de que está sempre certo, independentemente da solução que nos proporcionar. A esse respeito, Deus diz: “Eu é que sei que pensamentos tenho a vosso respeito, diz o Senhor; pensamentos de paz e não de mal, para vos dar o fim que desejais” (Jeremias 29.11).



Escrito por Luz do Mundo às 18h45
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Deus escolhe os levitas

 

 

Se você é um levita, aceite minhas congratulações pela coragem de abraçar um dos ministérios mais complexos da Igreja. Vale a pena destacar que toda a estrutura organizacional da Igreja vai acabar. Tudo o que é material, feito com tanto esmero e carinho, todo o dinheiro arrecadado e gasto com parcimônia e temor de Deus, também tem data de validade: o Dia do Senhor. De tudo o que a Igreja faz e investe na terra, somente um ministério/atividade vai continuar: o Louvor e a Adoração.

Números 8:5-22

5            E falou o Senhor a Moisés, dizendo:

6            Toma os levitas do meio dos filhos de Israel e purifica-os;

7            E assim lhes farás, para os purificar: Esparge sobre eles a água da expiação; e sobre toda a sua carne farão passar a navalha, e lavarão as suas vestes, e se purificarão.

8            Então tomarão um novilho, com a sua oferta de alimentos de flor de farinha amassada com azeite; e tomarás tu outro novilho, para expiação do pecado.

9            E farás chegar os levitas perante a tenda da congregação e ajuntarás toda a congregação dos filhos de Israel.

10          Farás, pois, chegar os levitas perante o Senhor; e os filhos de Israel porão as suas mãos sobre os levitas.

11          E Arão oferecerá os levitas por oferta movida, perante o Senhor, pelos filhos de Israel; e serão para servirem no ministério do Senhor.

12          E os levitas colocarão as suas mãos sobre a cabeça dos novilhos; então sacrifica tu, um para expiação do pecado, e o outro para holocausto ao Senhor, para fazer expiação sobre os levitas.

13          E porás os levitas perante Arão, e perante os seus filhos, e os oferecerá por oferta movida ao Senhor.

14          E separarás os levitas do meio dos filhos de Israel, para que os levitas sejam meus.

15          E depois os levitas entrarão para fazerem o serviço da tenda da congregação; e tu os purificarás, e por oferta movida os oferecerás.

16          Porquanto eles, dentre os filhos de Israel, me são dados; em lugar de todo aquele que abre a madre, do primogênito de cada um dos filhos de Israel, para mim os tenho tomado.

17          Porque meu é todo o primogênito entre os filhos de Israel, entre os homens e entre os animais; no dia em que, na terra do Egito, feri a todo o primogênito, os santifiquei para mim.

18          E tomei os levitas em lugar de todo o primogênito entre os filhos de Israel.

19          E os levitas, dados a Arão e a seus filhos, dentre os filhos de Israel, tenho dado para ministrarem o ministério dos filhos de Israel na tenda da congregação e para fazer expiação pelos filhos de Israel, para que não haja praga entre eles, chegando-se os filhos de Israel ao santuário.

20          E assim fizeram Moisés e Arão, e toda a congregação dos filhos de Israel, com os levitas; conforme a tudo o que o Senhor ordenara a Moisés acerca dos levitas, assim os filhos de Israel lhes fizeram.

21          E os levitas se purificaram, e lavaram as suas vestes, e Arão os ofereceu por oferta movida perante o Senhor, e Arão fez expiação por eles, para purificá-los.

22          E depois vieram os levitas, para exercerem o seu ministério na tenda da congregação, perante Arão e perante os seus filhos; como o Senhor ordenara a Moisés acerca dos levitas, assim lhes fizeram.

             

O ministério pastoral parece facultativo. – 1ª Timóteo 3.1;

O ministério do louvor é compulsório. – Números 8.6;

 

O Senhor é taxativo com Moisés:

Toma os levitas do meio dos filhos de Israel e purifica-os.

 

E, na seqüência, regulamenta o processo de purificação minuciosamente: “Assim procederás para os purificar: esparge sobre eles a água da expiação. Depois devem passar a navalha sobre todo o corpo, e lavar as vestes, e assim se purificarão”. E o ritual prossegue passo-a-passo, num tutorial bem fácil de entender: - um novilho; - Oferta de cereais (flor de farinha amassada com azeite); - Mais um novilho para oferta pelo pecado;

 

Só então os levitas se aproximariam da tenda da congregação, diante de todos os filhos de Israel.

Sou um adorador por opção e estilo de vida. E tenho pago um altíssimo preço por essa escolha. Mas, confesso que vale a pena. Por isso, fui movido a escrever estas linhas.

 

- Ministério de Louvor é o que mais recebe críticas por ser o mais exposto e, quem sabe, o mais vigiado. Seus integrantes, consciente ou inconscientemente, passam pelo crivo de leigos e especialistas: tanto os consagrados como os descuidados acham-se no direito de opinar sobre desempenho, afinação, harmonia, repertório e... sobre a vida pessoal dos levitas!

Por essas e outras razões é que o ministério de louvor, em especial, tem que ser exercido por pessoas que estejam conscientes da altíssima responsabilidade que essa nobre missão representa no contexto da Igreja.

 

Aliás, os levitas foram convocados por Deus como representantes de toda a congregação perante o Senhor. Uma espécie de delegação. No momento da consagração deles para o serviço do tabernáculo – o templo daquela época – eles vinham à presença do sacerdote Arão. Porém,  a imposição de mãos era feita por todos os filhos de Israel (versículos 10 e 11).

 

 

 



Escrito por Luz do Mundo às 02h09
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O FIRME FUNDAMENTO

"Porque ninguém pode lançar outro fundamento, além do que foi posto, o qual é Jesus Cristo." 1 Coríntios 3.11

Quem pode atingir a profunda renúncia de Jesus?

Mesmo que você tenha sido humilhado profundamente, mesmo que sua humilhação

o tenha levado às profundezas mais escuras, quando você tiver chegado ao ponto mais profundo,

reconhecerá que Jesus foi humilhado muito mais. Em Belém e no Calvário vemos a renúncia

do Senhor ao Seu poder: "Aquele que foi manifestado na carne."

Mas Jesus não era uma criatura, Ele era o próprio Criador!

Ele não era um homem, Ele era Deus.

Todos sabemos disso muito bem. Mas somente quando compreendemos em espírito

a renúncia ao poder e a abnegação de Jesus, começamos a compreender o mistério da Sua vitória.

O Calvário, onde Ele renunciou definitivamente ao poder que lhe cabia por direito, onde Ele foi

crucificado em fraqueza, foi o lugar onde o Seu poder se manifestou mais gloriosamente.

No Calvário, no maior desamparo, Ele nos trouxe a maior ajuda. Ali, totalmente vencido pelos Seus inimigos,

Ele conquistou a maior vitória.

Contemple o Cordeiro despojado do Seu poder!

Ele, somente Ele, é a nossa fonte de poder!



Escrito por Luz do Mundo às 01h49
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CRISTO LIBERTA DA HOMOFOBIA

E DO HOMOSSEXUALISMO

 

Estou feliz por ver a capacidade de articulação de alguns pastores evangélicos na oposição que fazem ao PLC 122 que tramita no Senado Federal. Feliz e preocupado. Feliz porque fica evidente a enorme capacidade e disposição dessas lideranças quando decidem realizar algo que entendem como correto. E, preocupado, por não ver essas mesmas lideranças, colocando o mesmo empenho e talentos na hora de planejar, mobilizar e executar programas de evangelização.

 

Parece que o “mundo vai acabar” se mais esse malfadado projeto for transformado em Lei. Vejo um “frisson” enorme nessas manifestações cujo foco está equivocado, no meu limitado entendimento. A depender desses líderes a Igreja poderia até virar um partido político respeitável, com objetivos nobres, combatendo a imoralidade e outros desvios sociais e de caráter. Mas, a missão da igreja é outra. A César o que lhe pertence: a liberdade de escolher o pior, inclusive. A Deus o que lhe pertence: oferecer a salvação pela graça, a transformação, a libertação, a esperança de vida eterna no Céu.

 

Parece que os pastores que lideram esse movimento anti-lei-homofobia estão mesmo é com medo de futuros processos e uma hipotética condenação / prisão. Jamais vimos Jesus (para quem prefere seguir o exemplo dele) se posicionando políticamente. Porque o Reino dEle não é deste mundo. E, quem está no Reino com Ele, tem seu foco no anúncio do Reino e as implicações ou responsabilidades do viver cristão.

 

Pregar contra um projeto de Lei pode salvar quantos homossexuais?

Gastar horas de programas na TV – com dinheiro limpo do povo, e às vezes, até com outros dinheiros, em época de campanha eleitoral --  estaria sendo agradável a Deus e cumprindo o propósito de Marcos 16.15, Mateus 28.19-20, 2 Timóteo 4.2?

·         E disse-lhes: Ide por todo o mundo, pregai o evangelho a toda criatura.

·         Portanto ide, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo;

Ensinando-os a guardar todas as coisas que eu vos tenho mandado; e eis que eu estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos. Amém.

·         Que pregues a palavra, instes a tempo e fora de tempo, redarguas, repreendas, exortes, com toda a longanimidade e doutrina.

 

Imagino o tremendo resultado espiritual que teriam essas mobilizações se fossem direcionadas em favor de Campanhas e atos evangelísticos inter-denominacionais pela conquista de almas para Cristo. Mas, para esse propósito jamais esses líderes evangélicos se reúnem. E nem se dão ao trabalho de “convencer” os seus tesoureiros ou a membresia de suas igrejas (já trabalhada na mesquinha visão denominacional) para um projeto grandioso de evangelização abrangendo ao menos um bairro inteiro da cidade.

 

Sou totalmente contrário à aprovação do PLC 122, mas, nada tenho a temer se ele virar lei. Será apenas mais uma abominação produzida pelo Congresso Nacional. Vou continuar pregando contra todo tipo de pecado, declarando que a graça de Deus se manifestou trazendo salvação a todos os homens. Tito2:

[11]   Porque a graça de Deus se há manifestado, trazendo salvação a todos os homens, [12]    Ensinando-nos que, renunciando à impiedade e às concupiscências mundanas, vivamos neste presente século sóbria, e justa, e piamente, [13]  Aguardando a bem-aventurada esperança e o aparecimento da glória do grande Deus e nosso Senhor Jesus Cristo; [14]  O qual se deu a si mesmo por nós para nos remir de toda a iniqüidade, e purificar para si um povo seu especial, zeloso de boas obras. [15]Fala disto, e exorta e repreende com toda a autoridade. Ninguém te despreze.

 

Estou fazendo uma grande obra, não vou descer ao papel de serviçal dos parlamentares. Deus vai me cobrar – enquanto pastor – a responsabilidade que tenho como profeta, anunciador das boas novas de salvação. Os deputados e senadores que assumam, também perante Deus, a irresponsabilidade de oferecer à Nação mais um diploma legal permissivo e abominável.

 

Quando o pecado inaugurou seu primeiro Parlamento, no Eden, havia apenas dois parlamentares: a Serpente e Eva. O presidente Adão estava fora. Mas, a primeira lei do pecado não deixou de ser aprovada. A morte veio logo a seguir. E a provisão divina surgiu imediatamente. Deus não está indiferente às maquinações da impiedade. Apenas espera que cada súdito do seu Reino faça a sua parte.

 

Todos esses líderes capazes, corajosos, que estão com as igrejas superlotadas de SALVOS e os cofres abarrotados, são meus convidados para distribuirmos folhetos de casa em casa, adquirirmos um terreno e construirmos um barracão singelo para reuniões e atos evangelísticos aqui pertinho, a cinqüenta quilômetros de Campo Grande no Distrito de Anhanduí. Mas, temos campos missionários na Europa e na África, também. Abertos a todos que tenham visão de Reino.



Escrito por Luz do Mundo às 12h22
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Rastreamento



Escrito por Luz do Mundo às 12h04
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O desatino de uma lei que


regulamenta a relação homoafetiva

 

 

O Supremo Tribunal Federal reconheceu como legal e legítima a união homoafetiva, dando às pessoas do mesmo sexo, que vivem juntas, todas as garantias da lei como se casadas fossem. Essa é a tendência de uma sociedade secularizada que não leva em conta a verdade de Deus. A raça humana, na sua corrida desenfreada rumo à degradação dos valores morais, abafa a verdade, amordaça a voz da consciência e conspira contra os princípios absolutos que emanam da Palavra de Deus. A ira de Deus, porém, se revela desde o céu contra toda essa impiedade e perversão e o primeiro sinal dessa ira é que as pessoas perdem qualquer senso de culpa. Elas pecam e não sentem mais tristeza pelo pecado. Antes, aplaudem suas loucuras, fazem apologia de sua decadência e censuram aqueles que discordam de sua sandice, rotulando-os de radicais. Vamos, aqui, examinar alguns aspectos dessa decisão tomada pelo Supremo Tribunal Federal à luz das Escrituras: 

1. A decisão conspira contra a Palavra de Deus. Ao longo da história as constituições procuraram se inspirar na Palavra de Deus, a carta magna da liberdade e da justiça. A relação homoafetiva, ou seja, a união entre pessoas do mesmo sexo está na contramão da verdade de Deus. É uma abominação para Deus (Lv 18.22). Trata-se de um erro, uma disposição mental reprovável. Não é uma relação de amor, mas uma paixão infame (Rm 1.24-28). Se a Palavra de Deus é infalível e inerrante, qualquer lei humana que atente contra ela, constitui-se em conspiração contra Deus e em vileza contra a raça humana. Mais do que isso, a decisão do STF conspira também contra a Constituição Federal, pois esta define casamento como a união entre um homem e uma mulher.

2. A decisão conspira contra a família. Quando o Supremo Tribunal Federal concede a um “casal” homossexual o direito e o privilégio de adotar uma criança, perguntamos: Que tipo de educação essa criança vai receber? Sob que influência essa criança vai crescer? Que valores morais ser-lhe-ão transmitidos? Os pais ensinamos filhos não apenas com palavras, mas, sobretudo com exemplo. É a prática homossexual um comportamento a ser promovido e recomendado? Queremos ver nossas crianças seguindo por esse caminho? Levantaremos essa bandeira? A verdade dos fatos é que a nossa sociedade perdeu a noção de certo e errado. Nessa sociedade permissiva não há mais a ideia de pecado. Tudo é permitido. Nada é proibido. Há uma inversão de valores. Faz-se apologia daquilo que Deus abomina e cumula-se de benefícios aquela relação que Deus chama de disposição mental reprovável, erro e torpeza. Abre-se, assim, as comportas do grande abismo. As torrentes da maldade inundarão as famílias e a sociedade, sob os auspícios da lei. 

3. A decisão conspira contra a sociedade. Um “casal” homossexual não pode cumprir o papel da propagação da raça. É um “casamento” que legitima uma relação contrária à natureza. Trata-se de uma lei que legaliza aquilo que Deus considera ilegítimo. É uma constuição humana que conspira contra a constituição divina. É o homem inculcando-se por sábio, mas tornando-se louco. As leis justas são inspiradas na lei de Deus. As constituições mais humanas sempre espelharam a Palavra de Deus.

Por isso, quando uma nação despreza a verdade de Deus, avilta a ética e atenta contra a família. Contra todas as racionalizações humanistas, que buscam sacudir o jugo de Deus para abraçar o relativismo moral, a Bíblia é categórica em nos dizer que: “Feliz é a nação cujo Deus é o Senhor” e não a nação que promove o pecado e faz troça da virtude, chamando luz de trevas e trevas de luz (Is 5.20). A sociedade que anda no trilho da verdade e pauta sua conduta pelas Escrituras, marcha resoluta pelas veredas da justiça e colhe os frutos sazonados da santidade e da bem-aventurança. Aqueles, porém, que entram pelos atalhos do descalabro moral, caem nas insídias do pecado e colhem os frutos amargos da sua própria insensatez.

Rev. Hernandes Dias Lopes

 



Escrito por Luz do Mundo às 09h49
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Querido pastor:

 

É hora de despertarmos do sono


Ser pastor no Brasil nunca foi uma missão perigosa, nos últimos quarenta anos.

Diferente da primeira metade do Século 20, até a década de 50, quando padres católicos ainda exerciam uma enorme influência nas cidades interioranas e, por lá, ditavam as regras e até determinavam diligências de delegados e agentes policiais contra cultos ou manifestações evangélicas.

Conheci alguns pioneiros entre missionários estrangeiros e primeiros pastores ordenados aqui no Brasil. Contavam “poucas e boas” histórias e testemunhos de como tinham que enfrentar as feras inimigas do Evangelho.

Naquele tempo os pioneiros se defrontavam com inimigos pessoais, figuras de carne e osso. Depois veio a popularização dos meios de comunicação: rádio e TV. E com estes, os inimigos assumiram outra roupagem. A frouxidão nos costumes, a banalização da moral. Programas feitos para o entretenimento e que, a passos largos, partiram para a desestruturação dos lares e da família, com o apelido pomposo de “atitudes politicamente corretas”.

Hoje, vivemos o ápice da dissimulação. A sociedade se autodestrói em nome da “igualdade entre os diferentes”.

E, no aconchego da igreja, instalou-se silenciosamente, o mesmo inimigo. Mas, com nova idumentária. Mudou de roupa, mas, por dentro é o mesmo adversário de Deus que veio para matar, roubar e destruir.

E, de repente, fez-se a licenciosidade.

 

Naqueles tempos – que pareciam os mais duros – enfrentava-se um inimigo fácil de identificar. Era cara maligna, convulsões, gritos, alucinações, possessões, oposição direta, clara e canina. Uma frase mais forte numa oração em nome de Jesus e o “bicho” ia embora na hora.

Hoje, com a multiplicação denominacional desenfreada e sem regras, cada bairro tendo dezenas de “igrejas” e “comunidades”, e o pastor buscando a sobrevivência dele, da família e do rebanho.

Somando-se aí o equívoco da concorrência intra-denominacional.

“Igrejas” nascem e crescem da noite para o dia.

Sem evangelismo, sem batismo de novos convertidos.

E, nessa competitividade já não existe espaço para os pregadores da Verdade que liberta.

 

Em nome da sobrevivência pessoal e familiar muitos pregadores tem deixado de ser profetas de Deus para serem “líderes” bacanas, amigos, sorridentes e ministros de oração para comerciantes, lojistas e empresários.

Não há mais que falar em sã doutrina porque dá comichão nos ouvidos.

Outros ficaram moralmente desautorizados por causa das dificuldades no seio familiar.

Aquilo que exigiam dos outros na igreja, tiveram que engolir dentro de sua própria casa.

 

Diante desse quadro dramático ser pastor, hoje, está muito mais difícil do que nas décadas passadas.

Hoje o inimigo ficou manso e procurou adaptar-se à situação.

Naquela época você o identificava com mais facilidade e o tocava pra fora.

Hoje, você precisa ser “politicamente correto”. E acaba fazendo acordos de paz com o pecado. Esquece que um pouco de fermento leveda toda a massa. A mensagem profética e salvadora some do púlpito. E a igreja vira um salão de festas e celebrações. Todo mundo canta, dança, fala "mistérios", e vive cada dia mais longe de Deus. Ficou só a aparência de piedade, mas a sua eficácia desapareceu.

E você mesmo ajuda o inimigo a instalar o chip da síndrome de Sansão. Foi brincando, brincando e usando "a força do Senhor". Até que um dia os filisteus chegaram pra valer e ele disse: ainda esta vez me levantarei... porque não sabia que o Espírito do Senhor se havia retirado dele.

Juizes  16:20 - E disse ela: Os filisteus vêm sobre ti, Sansão. E despertou ele do seu sono, e disse: Sairei ainda esta vez como dantes, e me sacudirei. Porque ele não sabia que já o Senhor se tinha retirado dele.

Meu querido companheiro.

Não se assombre diante do pecado.

Não tenha medo, porque se a sua reação for de tolerância, com medo – não do maligno – mas, de ficar com pouca gente na igreja e ter que encarar, quem sabe, até um emprego paralelo para sobreviver, você engole um sapo (ou vários?) por dia, tolera o pecado que instala a anemia espiritual na congregação e vê suas ovelhas sendo engolidas pelos lobos vorazes, sem uma reação à altura.

 

Que Deus tenha misericórdia de nós.

Que sejamos capazes de amar o pecador – seja ele jovem, adolescente ou idoso – mas, que não deixemos de pregar aVerdade libertadora que é Cristo.

 

 

 

 



Escrito por Luz do Mundo às 02h11
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Deus escolhe os levitas

 

Hoje amanheci com uma tremenda “saudade” de Deus, e, tocado pelo Espírito Santo fui para a presença do Pai. De cara pedi-lhe uma palavra e deparei-me com o capítulo 8 de Números partindo do versículo 5:

5  E falou o Senhor a Moisés, dizendo: 6  Toma os levitas do meio dos filhos de Israel e purifica-os; 7 E assim lhes farás, para os purificar: Esparge sobre eles a água da expiação; e sobre toda a sua carne farão passar a navalha, e lavarão as suas vestes, e se purificarão. 8  Então tomarão um novilho, com a sua oferta de alimentos de flor de farinha amassada com azeite; e tomarás tu outro novilho, para expiação do pecado. 9  E farás chegar os levitas perante a tenda da congregação e ajuntarás toda a congregação dos filhos de Israel. 10  Farás, pois, chegar os levitas perante o Senhor; e os filhos de Israel porão as suas mãos sobre os levitas. 11  E Arão oferecerá os levitas por oferta movida, perante o Senhor, pelos filhos de Israel; e serão para servirem no ministério do Senhor. 12  E os levitas colocarão as suas mãos sobre a cabeça dos novilhos; então sacrifica tu, um para expiação do pecado, e o outro para holocausto ao Senhor, para fazer expiação sobre os levitas. 13  E porás os levitas perante Arão, e perante os seus filhos, e os oferecerá por oferta movida ao Senhor. 14 E separarás os levitas do meio dos filhos de Israel, para que os levitas sejam meus. 15  E depois os levitas entrarão para fazerem o serviço da tenda da congregação; e tu os purificarás, e por oferta movida os oferecerás. 16 Porquanto eles, dentre os filhos de Israel, me são dados; em lugar de todo aquele que abre a madre, do primogênito de cada um dos filhos de Israel, para mim os tenho tomado. 17 Porque meu é todo o primogênito entre os filhos de Israel, entre os homens e entre os animais; no dia em que, na terra do Egito, feri a todo o primogênito, os santifiquei para mim. 18 E tomei os levitas em lugar de todo o primogênito entre os filhos de Israel. 19 E os levitas, dados a Arão e a seus filhos, dentre os filhos de Israel, tenho dado para ministrarem o ministério dos filhos de Israel na tenda da congregação e para fazer expiação pelos filhos de Israel, para que não haja praga entre eles, chegando-se os filhos de Israel ao santuário. 20 E assim fizeram Moisés e Arão, e toda a congregação dos filhos de Israel, com os levitas; conforme a tudo o que o Senhor ordenara a Moisés acerca dos levitas, assim os filhos de Israel lhes fizeram. 21 E os levitas se purificaram, e lavaram as suas vestes, e Arão os ofereceu por oferta movida perante o Senhor, e Arão fez expiação por eles, para purificá-los. 22  E depois vieram os levitas, para exercerem o seu ministério na tenda da congregação, perante Arão e perante os seus filhos; como o Senhor ordenara a Moisés acerca dos levitas, assim lhes fizeram.

 

O Senhor é taxativo com Moisés: Toma os levitas do meio dos filhos de Israel e purifica-os.

E regulamenta o processo de purificação minuciosamente: “Assim procederás para os purificar: esparge sobre eles a água da expiação. Depois devem passar a navalha sobre todo o corpo, e lavar as vestes, e assim se purificarão”.

E o ritual prossegue passo-a-passo, num tutorial bem fácil de entender:

- um novilho;  - Oferta de cereais (flor de farinha amassada com azeite); - Mais um novilho para oferta pelo pecado;

Só então os levitas se aproximariam da tenda da congregação, diante de todos os filhos de Israel.

Sou um adorador por opção e estilo de vida. E tenho pago um altíssimo preço por essa escolha. Mas, confesso que vale a pena. Por isso, fui movido a escrever estas linhas. Em toda igreja bem organizada o Ministério de Louvor é o que mais recebe críticas por ser o mais exposto e, quem sabe, o mais vigiado. Seus integrantes, consciente ou inconscientemente, passam pelo crivo de leigos e especialistas: tanto os consagrados como os descuidados acham-se no direito de opinar sobre desempenho, afinação, harmonia, repertório e... vida pessoal dos levitas!

 

Por essas e outras razões é que o ministério de louvor, em especial, tem que ser exercido por pessoas que estejam conscientes da altíssima responsabilidade que essa nobre missão representa no contexto da Igreja. Aliás, os levitas foram convocados por Deus como representantes de toda a congregação perante o Senhor. Uma espécie de delegação. No momento da consagração deles para o serviço do tabernáculo – o templo daquela época – eles vinham à presença do sacerdote Arão, mas, recebiam a imposição de mãos de todos os filhos de Israel (versículos 10 e 11).

 

Era por intermédio deles que as funções relacionais do povo com o Senhor iriam se concretizar. Os levitas foram escolhidos pelo Senhor e requeridos pelo Senhor como oferta. Tipificando o culto cristão do Novo Testamento, os levitas atuais são chamados por Deus para, em nome de todos os crentes, ministrarem perante o Senhor diante da congregação. E, para que essa missão seja desempenhada com êxito cada levita deve ter passado por todo aquele processo de purificação. Disse Jesus: “Vós já estais limpos pela palavra que vos tenho falado”, João 15.3. Cada levita também é resultado de uma outra escolha divina. O Senhor os tomou para preencherem o lugar dos primogênitos. Depois daquela tragédia no Egito, onde foram mortos os primogênitos das famílias e dos animais egípcios, Deus decidiu requisitar para si o primeiro filho de todas as famílias do seu povo.

 

A primogenitura concedia inúmeros privilégios, inclusive, direitos superiores de herança e liderança na sucessão do pai. É nesse nível que o Senhor tem colocado cada levita na sua Casa. Um papel do mais alto significado. É por essa razão que esse Ministério recebe tantas ameaças, afrontas, desafios e setas inflamadas do maligno. Por ser uma posição privilegiada diante do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Se você faz parte desse santo Ministério procure aperfeiçoar cada dia a sua vocação, aprimorando seus conhecimentos técnicos, vocais e musicais. Esteja em obediência à Palavra e aos seus líderes. Busque forças no Senhor através da oração, da consagração, do jejum. Afinal, você é um escolhido do Senhor. Sua vida foi “tomada” por Deus entre tantas pessoas que até sonham estar onde você está.

 

Procure separar-se cada vez mais para Deus, em suas atitudes, em seus relacionamentos, em sua casa, em suas atividades estudantis ou profissionais. Dentro desse Ministério você é um primogênito do Senhor e deve ser uma referência de consagração e alto desempenho em tudo o que faz. Sua presença nos ensaios e nas demais reuniões é de fundamental importância. Você é uma pessoa especial a quem Deus teve o prazer de escolher para atividade tão relevante. De vez em quando você ouvirá vozes dissonantes procurando tirar seu estímulo, roubar sua fé, desafinar seu comportamento, criticar sua conduta, manchar seu caráter, opinar até sobre sua roupa ou sobre seu jeito mais despojado de ser.

 

Que tais palavras não atinjam seu espírito e nem prejudiquem o seu desempenho. Ao contrário, essas manifestações devem levar você para a presença do Pai, diante do Trono, onde suas lágrimas serão recolhidas e enxugadas por Aquele que chamou e capacitou você para essa obra magnífica e inigualável que é ser um levita na Casa do Pai.

 

Você é também uma oferta que Deus quer receber (Números 8.15). É a igreja quem oferece, quem entrega você ao Senhor: pela oração, pela intercessão, pela palavra de conselho e de amor cristão. E a soma de uma vida limpa e digna com as orações de todo povo de Deus em favor de sua vida resulta no grande momento do culto que é o Louvor com Adoração. A hora sublime quando você toca o seu instrumento e abre os seus lábios em louvor,  a presença do Pai é atraída para o santuário onde a congregação está reunida para celebrar com júbilo ao Senhor (Salmo 100).

 

Levitas conscientes e santificados fazem toda a diferença na vida da Igreja e na qualidade do culto. Porque não há principado nem potestade que resista ao poder do louvor. E quando você está inspirado pelo Espírito Santo a Igreja toda é despertada, estimulada a louvar e glorificar e adorar. E o resultado disso é que a glória do Senhor se manifesta, quebrando o jugo, aniquilando a religiosidade e abrindo os corações para exposição da Palavra.

 

Levita de vida limpa e santificada é garantia de sacrifício de louvor que vai subindo como cheiro suave para a Sala do Trono. E a igreja é envolvida por essa santidade, e iluminada pelo brilho da presença divina que enche o santuário. Sei o quanto é difícil ser um levita com a vida rigorosamente adequada aos princípios da Palavra. Mas, você pode contar com a nossa oração, com o apoio de cada irmão, de cada família, para que você consiga vencer cada luta, transpor cada barreira até alcançar o nível para o qual o Senhor chamou você. É lá em cima que você deve estar. Lá é o seu lugar, pertinho do Senhor, representando a congregação, sendo oferecido como oferta que Deus escolheu para si, recebendo o seu direito de primogenitura.

 

Você é importante em todo o contexto da obra de Deus. Aprimore-se, dedique-se, busque ser cada dia o melhor que você puder. Foi o Senhor quem escolheu você e Ele não se enganou na escolha. Não se assuste nem entregue os pontos por causa das palavras ásperas e, às vezes, injustas. Mas, alegre-se pelo privilégio de ter sido escolhido e capacitado por Deus para uma missão de tamanha relevância. 

 

 



Escrito por Luz do Mundo às 01h22
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100 anos da Assembléia de Deus

vira escândalo na TV

 

O centenário das Assembléias de Deus no Brasil ganhou ares de escândalo na midia eletrônica.

Não há mais como esconder os desmandos dos pastores que se apropriaram das igrejas que foram transformadas em patrimonio pessoal e de família. 

O pr Silas Malafaia, neste momento -- sábado, 14 de maio de 2011 -- está vociferando na TV contra "os desmandos da liderança da convenção geral" de onde ele saiu (era vice-presidente) há poucos meses para fundar a própria igreja AD Vitória em Cristo.

 

Durante 30 anos ele atuou, ao lado do pai e do sogro, no palco onde ele, hoje, mostra tanta sujeira.

A sujeira existe, sim. Mas, só incomodou o pr Silas agora, que ele assumiu o projeto pessoal de construir a própria igreja, no âmbito da mesma denominação.

 

É bom que esse problema venha à tona. As pessoas que têm fome de Deus e sêde de justiça estarão mais esclarecidas para tomar a decisão de onde congregar. A maior igreja pentencostal do Brasil construiu um patrimônio imobiliário invejável e, desviando-se dos princípios doutrinários da Primitiva igreja de Atos dos Apóstolos. 

 

Imagine você as Assembléias de Deus investindo na obra missionária o que ela, de forma anti-bíblica, investe em luxuosos templos e manutenção de pastores com altíssimas retiradas mensais e viagens pelo Brasil e o mundo?

 

O que está sendo feito em edificações só na cidade de Belém do Pará para a comemoração histórica do Centenário? Os assembleianos de Belém, somente eles, já contribuiram com mais de 10 milhões de reais para esse projeto humano e carnal.

 

Como cristão, fico envergonhado e triste. Como pastor, não comungo, de forma alguma, com esses escândalos. São projetos humanos e políticos. Escandalosos.

 

Deus vai cobrar caríssimo desses pseudo-pastores que, hoje, preferem ser chamados "líderes".

Talvez, por vergonha de se identificarem como pastores, porque não o são, de verdade.





Escrito por Luz do Mundo às 09h31
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A igreja deveria cantar mais os salmos

Lucas G. Freire

Digam o que quiserem a respeito de como solucionar os problemas da igreja nos nossos dias, mas se “um retorno à Palavra” não for incluído na lista de remédios, toda tentativa de reforma será vazia de efeito. Boa parte do caos em que a igreja brasileira se encontra diz respeito à entrada de heresias perniciosas que ferem a confissão da igreja histórica e que atacam frontalmente a doutrina apostólica ensinada pelos nossos pais. E boa parte desse ingresso de elementos estranhos tem sido veiculada por meio da música. Assim, voltar a cantar a palavra de Deus será uma parte extremamente relevante da reforma da igreja, se de fato queremos uma igreja consciente de seus defeitos e ansiosa por consertá-los. Será bom, portanto, que os salmos passem a fazer parte da linguagem cotidiana da igreja da mesma forma que no passado.

Os salmos são os “cânticos do Senhor” (Sl 137.4; 1Cr 25.7). Alguns salmos, além de evidenciarem isso, também estabelecem que o canto dos salmos é uma ordenança divina (Sl 98.5; Sl 105.2). O livro dos Salmos, como o próprio nome original diz, é o “livro dos louvores” do povo de Deus. Assim, podemos concluir com o pastor batista Malcolm Watts que “a intenção divina foi agrupar salmos destinados ao uso regular e permanente na igreja de Deus” (“God’s Hymnbook for the Christian Church”, p.10). Os salmos também figuram na boca de personagens do Novo Testamento. Temos o bom exemplo de Jesus Cristo, recitando salmos durante o seu suplício na cruz (compare o Salmo 22.1 e Mateus 27.46) e cantando salmos na última ceia com os discípulos (Mt 26.30; Mc 14.26). Aliás, ele jamais faria isso com hinos e “corinhos” repletos de erros doutrinários! Em mais de uma ocasião ele recomenda o uso comunitário dos salmos como uma forma de circular a “palavra de Cristo” no seio da igreja.

Comentando essa ordem de Paulo, autores de diversas linhas teológicas e em diversos períodos históricos entenderam que “hinos e cânticos” também se referem ao saltério.

Adicione a isso o fato de Deus ter inspirado um livro inteiro de cânticos e nada parecido com isso durante a era do Novo Testamento: com certeza, o cântico dos salmos permanece uma ordenança válida tanto para a igreja antiga como para a nova. Foi exatamente dessa forma que a igreja histórica (representada por Agostinho e tantos outros) entendeu o cântico dos salmos, a ponto de ter proibido por um bom tempo qualquer cântico não-inspirado. Conforme o hinologista Cecil Northcott explica, “por conta do preconceito da igreja com relação ao louvor não-escriturístico, [...] não foi até o final do século 4 que o cântico de hinos começou a ser praticado nas igrejas” (“Hymns in Christian Worship”, p.19).

A Reforma trouxe a palavra de Deus de volta para a igreja, e isso não foi diferente no louvor. Lutero tinha os salmos em alta conta, tendo parafraseado e expandido diversos deles. Sua expansão mais conhecida é o hino “Castelo Forte”, ainda hoje entoado por diversas comunidades cristãs por todo o mundo. Reformador ainda mais preocupado em colocar os salmos na boca do povo reformado foi João Calvino (1509-1564). Calvino foi atrás dos melhores músicos da época (como Louis Bourgeois e Claude Goudimel) e de bons poetas (Clement Marot e o pastor Teodoro Beza) a fim de proporcionar para o povo de língua francesa um saltério que fosse, ao mesmo tempo, adequado ao canto congregacional e austeramente belo, para ser utilizado em particular e em público pela igreja.

Assim, com reavivamento e reforma, diversas igrejas passaram a retomar o apreço pelo saltério. Porém, foram os puritanos do século 17 que mais enfatizaram a salmodia depois da época de Calvino, tendo cristalizado, na Confissão de Westminster, o “canto dos salmos com graça no coração” (Cap. 21) como parte imprescindível do culto público. Preocupados com a ignorância geral da população, os puritanos adotaram o “alinhamento” do canto: um líder cantaria uma linha para a congregação repetir, e assim por diante. Hoje o “alinhamento” poderia ser adotado no caso de nem todos terem acesso ao texto ou à melodia escolhida para o canto congregacional. Embora a maioria saiba ler, nem todos conhecem as melodias, e não há forma mais organizada de ensinar a igreja do que esta, por meio da qual a igreja toda pode participar do canto desde o começo, e tudo isso com ordem. Por isso, o desconhecimento musical não seria obstáculo para (re)introduzir o canto dos salmos no Brasil.

Pode-se afirmar que uma igreja obediente é abençoada. Portanto, trazer a palavra de Deus de volta ao canto congregacional em cumprimento a sua ordenança é um passo promissor rumo a uma igreja mais bíblica e espiritualmente saudável. Os salmos possuem um equilíbrio temático pouco encontrado em outras coletâneas de canto congregacional. Possuem uma linguagem pouco encontrada na música e na oração evangélica contemporânea. São excelentes guias de oração e veículos para o ensino de doutrinas. Falam acerca de Jesus Cristo de um modo bastante especial (Lc 24.44). Falam das principais doutrinas cristãs. 

Expressam sentimentos tanto individuais como coletivos. O texto dos salmos pode ser pregado expositivamente no culto público e o povo pode ser instruído dessa forma especial a respeito do conteúdo daquilo que canta, a fim de não tomar o nome de Deus em vão. O mesmo tipo de instrução não existe para material não-inspirado de canto.

Em nosso país, a história do uso dos salmos segue o mesmo padrão triste do resto do mundo e é praticamente impossível encontrar salmos metrificados nos hinários brasileiros (embora haja esporadicamente um ou outro). Por outro lado, existem grupos inteiros de igrejas que entoam com fervor os salmos à maneira reformada, com melodias antigas ou contemporâneas que sejam dignas de uso no culto. Voltar a cantar os salmos não é retrocesso, e sim uma retomada de um padrão bíblico no canto e no culto da igreja.

• Lucas Freire, 26 anos, mestre em relações internacionais, doutorando em política, é membro da Comissão Brasileira de Salmodia.

 



Escrito por Luz do Mundo às 18h19
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Quem está ajoelhado, levante-se.

Quem está em pé, ajoelhe-se.

Saiba por que...


Quando Cornélio se encontrou com Pedro na entrada de Cesareia, o militar romano ajoelhou-se e curvou a cabeça diante do ex-pescador da Galileia. Imediatamente, Pedro fez com que ele se levantasse e disse: “Fique de pé, pois eu sou apenas um homem como você” (At 10.26).

O ser humano não pode ser tratado como Deus por outro ser humano. Nem pode desejar tal coisa para si mesmo. Deus está acima de qualquer ser angelical e de qualquer pessoa. Está escrito: “Temam o Senhor, o seu Deus, e só a ele prestem culto” (Dt 6.13; Mt 4.11, NTLH).

O verdadeiro cristão precisa aprender e executar duas artes gêmeas: a arte de levantar os que estão indevidamente ajoelhados e a arte de fazer ajoelhar os que estão indevidamente em pé. Ambas são difíceis e requerem sabedoria e coragem.

Mesmo sob contínuas e exageradas palmas, o ser humano não pode esquecer-se de que é um ser humano. Mesmo gostando de colecionar muitos títulos e diplomas, muitas coroas e cetros, muita importância e dinheiro, ele não pode perder a cabeça nem aceitar qualquer tipo de veneração ou adoração reservada unicamente a Deus. A história bíblica e a história secular ensinam que as pessoas que se deixam glorificar como Deus podem ser vergonhosamente humilhadas, como aconteceu com Herodes Antipas I, que não sustou a impressão dos fenícios de que ele era um deus e não um homem, provocando o juízo imediato de Deus. Esse Herodes, neto de Herodes, o Grande (que mandou matar as crianças de Belém), morreu comido de vermes dez anos depois da ressurreição de Jesus (At 12.23).

O ensino bíblico é que ninguém deve se ajoelhar diante de qualquer figura, imagem, astro, anjo, ser humano canonizado, autoridade religiosa (como era o caso de Pedro) ou potestade do ar. A esperança cristã é que, pelo menos na plenitude da salvação, todos os joelhos se curvem diante de Jesus. Esse anelo percorre toda a Bíblia:

“Todos os orgulhosos se curvarão na sua presença, e o adorarão todos os mortais, todos os que um dia vão morrer” (Sl 22.29).

“Venham, fiquemos de joelhos e adoremos o Senhor. Vamos nos ajoelhar diante do nosso Criador” (Sl 95.6).

“Juro pela minha vida, diz o Senhor, que todos se ajoelharão diante de mim e todos afirmarão que eu sou Deus” (Is 45.23 e Rm 14.11).

“Deus deu a Jesus a mais alta honra e pôs nele o nome que é o mais importante de todos os nomes, para que, em homenagem ao nome de Jesus, todas as criaturas no céu, na terra e no mundo dos mortos, caiam de joelhos e declarem abertamente que Jesus Cristo é o Senhor, para a glória de Deus, o Pai” (Fp 2.9-11).

De ordem prática, nada é mais importante do que a obrigação de levantar quem está indevidamente ajoelhado e de pôr de joelhos quem está indevidamente em pé!



Escrito por Luz do Mundo às 17h52
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NOTA DE FALECIMENTO

 

A Presidência do Ministério Internacional Luz do Mundo lamenta profundamente a morte do Pastor JOÃO CARLOS PADILHA DE SIQUEIRA, titular da Igreja em Presidente Prudente, Estado de São Paulo.

Aos 44 anos, ainda no vigor de sua juventude, dinâmico e realizador, o Pr João Carlos é filho caçula do Pr Carlos Padilha de Siqueira que nós consideramos como nosso pai ministerial, e sob cuja liderança fomos ordenados ao santo Ministério.

Pr João Carlos vinha exercendo a presidência da Igreja na cidade de Presidente Prudente, além de exercer cargos destacados em órgãos diretivos da denominação no estado de São Paulo.

O seu falecimento ocorreu hoje, 21 de abril de 2011, vítima de câncer, durante a realização do maior evento anual da igreja que dirigia, com a presença de líderes convidados de várias capitais brasileiras.

Estendemos nossa solidariedade cristã à Família Padilha de Siqueira e temos convicção de que o Espírito Santo está fortalecendo a cada um neste momento de dor e separação física. Porém, alimentamos a esperança do reencontro, porque um dia, não muito distante, estaremos outra vez reunidos na glória do Eterno, onde todas as lágrimas serão enxugadas e de onde jamais sairemos.

Na paz e conforto do Salvador Jesus Cristo,

Pr. ELIAS FERNANDO FONTOURA VIEIRA

 



Escrito por Luz do Mundo às 10h03
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SUGESTÃO AOS DEPUTADOS ESTADUAIS EVANGÉLICOS DE TODO O BRASIL

 

ISENÇÃO

Supremo Tribunal Federal mantém templos livres de ICMS

 

     O plenário do STF (Supremo Tribunal Federal), em decisão unânime, julgou improcedente a ação ajuizada pelo governo do Paraná contra a Lei estadual 14.586/04. A norma, produzida pela Assembleia Legislativa do estado, prevê a isenção de ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) nas contas de água, luz, telefone e gás utilizados por igrejas e templos de qualquer natureza.

     Segundo a ADI (ação direta de inconstitucionalidade), a lei seria inconstitucional porque as entidades religiosas não são contribuintes de direito do imposto, mas somente contribuintes de fato. Além disso, assegurava o governo, a lei foi editada sem prévia autorização do Confaz (Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) e contraria a Lei de Responsabilidade Fiscal.

     O governo do Paraná, de acordo com a ação, não cobra o ICMS dos templos, mas dos prestadores de serviços relativos ao fornecimento de energia elétrica, água e telecomunicações. Sustentava que os contribuintes do ICMS ao estado são as concessionárias de serviço público e não as igrejas ou templos, que apenas pagam às concessionárias o “preço” e não o tributo pelo consumo de energia elétrica, água, telefone e gás.

     Consta da ação, que a lei estadual infringiria dispositivos dos artigos 150 e 155 da Constituição Federal que obrigam os estados a realizarem convênios para a concessão e revogação de isenções, incentivos e benefícios fiscais.

     Voto

     “A disciplina legal em exame apresenta peculiaridade e merece reflexão para concluir estar configurada ou não a denominada guerra fiscal”, ressaltou o ministro Marco Aurélio, relator, no início de seu voto. Ele destacou que, conforme o artigo 150, inciso VI, alínea “b”, da Constituição Federal, os templos de qualquer culto estão imunes a impostos. Com base no parágrafo 4º, do citado artigo, o ministro afirmou que a isenção limita-se ao patrimônio, à renda e aos serviços relacionados com as finalidades essenciais das entidades nela mencionadas.

     O ministro Marco Aurélio ressaltou que a lei complementar relativa à disciplina da matéria é a 24/75. “Nela está disposto que as peculiaridades do ICMS – benefícios fiscais – hão de estar previstos em instrumento formalizado por todas as unidades da federação”, disse. De acordo com ele, a disciplina não revela isenção alusiva a contribuinte de direito, isto é, aquele que esteja no mercado, mas a contribuinte de fato, “de especificidade toda própria”, presentes igrejas e templos de qualquer crença quanto à serviços públicos estaduais próprios, delegados, terceirizados ou privatizados de água, luz, telefone e gás.

     O relator salientou que a proibição de introduzir benefício fiscal sem o assentimento dos demais estados tem como causa evitar competição entre as unidades da federação e, conforme o ministro Marco Aurélio, isso não acontece na hipótese. “Está-se diante de opção político-normativa possível, não cabendo cogitar de discrepância com as balizas constitucionais referentes ao orçamento, sendo irrelevante o cotejo buscado com a lei de responsabilidade fiscal, isso presente o controle abstrato de constitucionalidade”, disse.

     “No caso, além da repercussão quanto à receita, há o enquadramento da espécie na previsão da primeira parte do parágrafo 6º do artigo 150, da Carta Federal, o que remete a isenção à lei específica”, ressaltou o relator. O voto dele, pela improcedência da ação, foi seguido por unanimidade.



Escrito por Luz do Mundo às 17h43
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Peoa Sofia é "laçada" pelo amor de Deus

Em Oséias 11.4 o Senhor declara que atraiu Israel com cordas humanas que continham laços de amor. E tirou o jugo que pesava e lhe deu mantimento.


Esta pode ser a forma como dona Sofia (foto), um tipo bem popular no Distrito de Anhanduí, foi atraída para conhecer ao Senhor. Mora da Rua Esperança e foi ali, embaixo de uma árvore do cerrado, que ela recebeu de coração e braços abertos o casal missionário Elias e Maria.

Entusiasmada com a possibilidade de ter a primeira igreja instalada na sua Vila, Sofia colocou sua casa à disposição para cultos e reuniões enquanto não houver templo para congregar.


Chamou alguns membros da família que estavam próximos para que conhecessem os missionários e já os convidou para os cultos que brevemente serão agendados.

 




Escrito por Luz do Mundo às 19h40
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1ª Tarde de Evangelismo Infantil foi

um sucesso na Missão ANHANDUí

 

Sábado, 29 de Janeiro. São 10.30hs e começam a chegar de Campo Grande os primeiros missionários voluntários: Sonia, Beto e Adriana. Depois chegam Luis Paulo, Lenir e Lucas. Carlos chega com mais duzentos pães depois de rodar mais de trezentos quilômetros. Agora, quase 14hs, chega a Mis. Mary de moto. Acampados na sede da Missão quase uma semana, já estavam lá a Mis.Maria, Pr Elias, Fernando, Maristela e Kevin. Pronto. A equipe está formada e a tarde de evangelismo vai começar.

São dezenas de crianças, chegando a pé, de bicicleta, de perto e de muito longe. O clima é de festa, mas, a reverência das crianças chama a atenção de todos.

Atraídos pela performance do "Palhaço Pinduca" fazendo o quebra-gelo, Mary começa um período de dinâmicas com temas bíblicos. Em seguida, Adriana conta a História do Nascimento de Jesus, com o apoio de figuras e a força da expressão facial e de voz. A interatividade com as dezenas de ouvintes mirins é total.


Chega a hora do apelo. É feita uma recapitulação da mensagem. Aplicação e convite. Resultado? Vinte e oito crianças, entre os de idade maior, vêm à frente declarando aceitar a Cristo como Senhor e Salvador. Todos repetem a oração. Glórias a Deus.

O trabalho principal está feito. Deus fez a obra.

Agora, todos são convocados para o lanche farto e gostoso.

Em seguida, futebol, corrida do saco, do jornal... dezenas de fotos com o personagem mais concorrido da tarde: Palhaço Pinduca.


Quer saber como a festa acabou? Muita chuva. Às 16.30hs quem preferiu se molhar foi embora. Outros tantos ficaram na sede da Missão onde aconteceu um devocional de encerramento com testemunhos, declarações e louvor.

 


Confira as fotos. 

 



 




Escrito por Luz do Mundo às 11h08
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Luan dá testemunho de vida

 

Numa fase em que o jovem cantor Luan Santana arrebata multidões em dezenas de shows por todo o Brasil, ter o nome idêntico ao do seu xará mais ilustre tem sido providencial para nosso irmão Luan.

Como todo adolescente criado com a avó, com quem foi morar depois da separação dos pais, Luan atravessou uma fase complicada, sem motivação para nada e, através de más companhias, acabou indo parar nas drogas. No entanto, lá no seu fundo de poço, dormindo embaixo de um viaduto, na avenida Santa Cecília -- São Paulo, Capital -- foi abordado por um voluntário do Projeto Vida Nova.

O irmão Charles, o voluntário, levantou a ponta daquele cobertor xadrez, surrado e fétido, e deparou-se com um rosto murcho, descolorido, olhos paralisados, nariz pingando, barba por fazer há semanas. Apesar desse quadro, Charles não desistiu. Despertou Luan, contou-lhe a parábola do Filho Pródigo e teve uma surpresa: aquele Luan conhecia não só essa parábola, mas todas as demais, e conhecia os Evangelhos e as Cartas de Paulo, além de muitos Salmos que sabia de cor.

As duas horas e meia de conversa passaram como se fossem apenas minutos.

Charles desafiou Luan a tentar uma nova chance, voltar a Cristo. Luan lhe disse que, se houvesse um abrigo, um lugar para onde mudar, sair da rua e daquele grupo de quem dependia para sobreviver, toparia a parada.

Dois dias depois, Charles preenchia o cadastro de Luan Vieira de Sant'Ana na instituição.

Hoje, passados seis meses, Luan tornou-se um missionário na medida que percorre as ruas do bairro Santa Cecília, e avenidas do centro velho da capital paulista, contando sua história e como foi que Jesus transformou a sua vida, revertendo uma realidade de total perdição e falta de rumo, para uma situação de segurança, ressignificação e autenticidade.

Luan costuma dizer de boca-cheia: "não dá pra comparar meu hoje com o meu ontem. Na verdade, sou outra pessoa. Não foi uma questão de tomar um banho, me pentear e barbear, vestir uma roupa limpa. Isso seria muito pouco, e qualquer um pode fazer isso por alguém. O que aconteceu comigo foi totalmente diferente. Eu me entreguei a Cristo, nasci de novo. Não sou mais aquele traste imprestável vadeando pelas ruas, cheirando mal. Sou nova criatura em Cristo, levantei a cabeça, encontrei novo sentido pra vida. E que compartilhar essa experiência com quem encontro pela frente. Jesus vale a pena. Ele não só existe de fato, como age em nosso favor até mesmo quando não significamos mais nada até pra nossa família

'. 



Escrito por Luz do Mundo às 13h43
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